Você sabe o que é “Soft Opening”?

Imagine que você vai abrir um novo negócio, realizou uma obra no imóvel onde ele funcionará, contratou funcionários, criou sua marca, vez esforços de comunicação, etc. Tudo isso gerou expectativa nas pessoas que poderão fazer parte do seu universo de consumidores, fazendo com que elas atendessem ao seu chamado e fossem conferir os serviços e produtos oferecidos pela sua empresa. No entanto, isso era mais do que a sua equipe podia atender naquele momento, não por falta de funcionários, equipamentos, estrutura ou mesmo competência, mas porque a operação de um novo negócio sempre requer tempo de maturação para atingir o nível que você idealizou no seu planejamento. E, no fim, o resultado dessa situação é que você não consegue atender seu cliente da forma que você e ele desejavam, gerando um problema de imagem já no início da sua trajetória.

Você talvez não tenha passado por isso como empresário, devido ao seu ramo de atuação, mas certamente já passou por algo parecido como cliente. Gerou expectativa de conhecer um lugar novo, que tinha um discurso legal e que prometia uma experiência bacana, no entanto você teve essa expectativa frustrada. Isso é muito comum em inaugurações, por isso foi criado o conceito de “soft opening”, muito comum fora do Brasil mas ainda pouco utilizado aqui.

Divulgação de abertura em soft opening de uma loja de revistas em quadrinhos.
Divulgação de abertura em soft opening de uma loja de roupas.

Segundo uma matéria da Folha de São Paulo: “Para evitar situações como essas, mais empresários têm usado o conceito de ‘soft opening’. A ideia é que, antes da abertura oficial do estabelecimento, a casa reduza os preços do cardápio para compensar o cliente por eventuais erros ou, então, comece a funcionar apenas para convidados.

Dessa forma podem ser testados quesitos como serviço, fornecedores e até disposição das mesas no ambiente. Como nos ensaios que precedem o início das grandes temporadas de dança ou teatro, o ‘soft opening’ é a chance de corrigir erros e afinar tudo antes de receber o público.

Essa ‘abertura suave’ é uma prática antiga nos Estados Unidos, onde até cassinos costumam funcionar em fase de testes antes da inauguração oficial. No Brasil, a estratégia vem sendo adotada principalmente em restaurantes e bares”.

Banner divulgando o menu de um restaurante em soft opening (provavelmente com opções reduzidas).
Banner divulgando o menu de um restaurante em soft opening (provavelmente com opções reduzidas).

Complementa o Infood: “Estamos deixando de ver com frequência aquelas inaugurações em eventos glamorosos e festas badaladas, a não ser em casos muito especiais.

Até mesmo os grandes chefs têm preferido abrir os seus novos restaurantes em soft opening, pois assim conseguem uma interação maior com o seu público e têm a liberdade de experimentar seus novos pratos sem criar expectativas e muito menos frustrações.

O soft opening é uma forma simples, porém muito eficiente, de colocar um restaurante para funcionar. Resume-se simplesmente em abrir as portas após uma divulgação tímida de que, a partir daquela data, a casa estará aberta e servindo.

Um método inteligente, que proporciona ao chef e aos colaboradores experimentar cardápios, receitas inovadoras, promoções de produtos e serviços diferenciados com o comprometimento do público através de pesquisas junto aos clientes durante a sua estada na casa.”

Divulgação da abertura de um café em soft opening.
Divulgação da abertura de um café em soft opening.

Portanto, a adoção de inauguração/lançamento de novos produtos e/ou serviços dessa forma traz para todos os envolvidos a oportunidade de aprendizado, melhora contínua e desenvolvimento mútuo ao longo do processo.

Será que vem novidade por aí? 😉

FONTES:

http://classificados.folha.uol.com.br/negocios/2012/10/1171972-conheca-pros-e-contras-de-abrir-seu-restaurante-com-um-soft-opening.shtml

http://infood.com.br/soft-opening-uma-das-melhores-estrategias-para-restaurantes/

Contemporâneo com toque indiano e brasileiro em São Paulo

Por Graziela Machado*

Sempre que pesquisava sobre veganismo acabava caindo em algum blog, instagram de restaurante ou digital influencer vegano de São Paulo. Eu morei em São Paulo no segundo semestre de 2015, mas na época eu era ovolacto vegetariana e apesar de já estudar sobre veganismo, ainda não tinha despertado totalmente para esse estilo de vida.

Hoje, fevereiro de 2017, retornei a essa cidade que tanto gosto com outro pensamento, muito mais desperta para o veganismo e com muita vontade de conhecer todos os restaurantes 100% veganos ou que tenham opções veganas aqui em SP. Vamos lá?

Cheguei em SP na hora do almoço e já fui direto conhecer o Goshala. O restaurante é de cozinha ovolacto, natural (dão preferência para produtos orgânicos) e contemporânea com uma pegada Indiana. O local é pequeno e como cheguei por volta das 13:00 não tinha mesa vaga, mas como estava sozinha optei por um lugar no balcão mesmo.

O belo e cheio ambiente do Goshala.
O belo e cheio ambiente do Goshala.

A decoração é super bonita e cheia de cores vibrantes. Muitos objetos que lembram a cultura indiana, vários quadros coloridos espalhados pelas paredes do salão e uma área aberta nos fundos, onde tinha uma grande mesa redonda, plantas verdinhas e um lustre super colorido.

Decoração vibrante.
Decoração vibrante.

Voltando a atenção para o cardápio, lá funciona assim: eles possuem a opção de Menu do dia (R$ 34,00), com direito a saladinha de entrada, prato principal, sobremesa e suco. Me interessei bastante pelo menu, porém fui informada de que não daria para transformar em vegan, então escolhi uma dentre as três opções veganas do menu. Optei pela Moqueca de Caju (R$ 42,00), que é preparada com cubos de caju, palmito pupunha, cebola roxa, pimentões, alga hijiki, tomate, azeite de dendê e leite de coco.

Aguardando ansiosamente o nosso prato. :D
Aguardando ansiosamente o nosso prato. :D

Logo depois que pedi, recebi uma saladinha que era a entrada do menu do dia. Informei para o garçom que tinha pedido um prato do menu normal, mas ele insistiu que eu aceitasse, então perguntei se o molho era vegano (sempre ficamos preocupados, né?) e ele me disse que era feito apenas com suco de frutas e azeite de oliva (ufa!), então aceitei porque uma saladinha de entrada é sempre bom! 

Não demorou muito e chegou meu prato: bem servido e com um cheirinho maravilhoso. Sinceramente, me surpreendeu. Eu confesso que nunca tinha comido caju, até porque no sul não é muito comum, mas a moqueca estava deliciosa, bem equilibrada e super aromática. O caju é uma fruta bem farta, então os pedaços davam sustância ao prato. O molho estava muito gostoso e combinou muito bem com os outros ingredientes do prato. Adorei experimentar novos sabores!

Atacar!
Atacar!

Finalizei super satisfeita e pronta para prosseguir os passeios pela cidade cinza 😉

Nota: ***

Fica aí a dica do Veganista!
Quer sugerir um lugar pra gente visitar? Envie um e-mail para falecom@veganista.online 😉

*Graziela Machado é colaboradora do Veganista.online, idealizadora do projeto The Coffee Trip e curadora do Role Vegano.

Um Agridoce Café

A gente já tinha recebido essa dica várias vezes e por vários meios, então, há algumas semanas, resolvemos visitar e provar as opções veganas do Agridoce Café, “um espaço aconchegante e gentil para todos, com aroma de café e de doces saindo do forno”, de acordo com a própria página do estabelecimento. Então, aproveitamos um final de tarde quase noite e rumamos à Cidade Baixa.

Balcão de atendimento do Agridoce.
Balcão de atendimento do Agridoce.

Ao chegarmos lá, fomos recepcionados por um atendente que nos informou que a casa estava lotada, dizendo que haviam duas mesas a nossa frente na fila. Resolvemos aguardar mesmo assim. O atendente então pediu o nosso nome e telefone. Para nossa surpresa, segundos depois de ele nos deixar recebemos um SMS informando nossa posição na lista de espera para uma mesa, muito legal!

Decoração da parede da nossa mesa.
Decoração da parede da nossa mesa.

Como estávamos entre duas pessoas apenas, rapidamente conseguimos uma mesa em um dos salões fortemente decorados do café. Logo o mesmo atendente nos trouxe o cardápio que passamos a analisar. Após termos um pouco de dificuldade em encontrar as opções veganas, solicitamos ajuda ao atendente que prontamente nos informou que havia um sanduíche vegano, feito de pão artesanal de moranga com sementes de girassol, pasta de grão de bico, tomates secos, caponata e folhas verdes. Obviamente essa foi nossa escolha.

A comanda do Agridoce.
A comanda do Agridoce.

Nosso pedido não demorou muito a chegar, mesmo com o local lotado. O sanduíche estava bem gostoso, o pão bem novinho, o recheio molhado. Para o nosso gosto, a pasta de grão de bico poderia estar um pouco mais temperada, mas entendemos que é difícil agradar todos os gostos quando se atende tanta gente assim. Nada que não pudesse ser corrigido com um pouco de azeite de oliva.

Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D
Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D

Depois de terminar de comer o sanduíche, novamente analisamos o cardápio, pois queríamos um doce para acompanhar o espresso que iríamos pedir. Após uma pequena confusão com o atendente sobre se uma opção seria ou não vegana, obtivemos a informação de que a única possibilidade para nós seria o brownie de banana, que, então, pedimos. Estava gostoso, mas achamos que brownie de banana é uma das sobremesas veganas mais comuns de ser encontrada.

Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D (2)
Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto 😀 (2)

Entendemos que o Agridoce Café oferece opções veganas bem gostosas, inclusive de sobremesa, mas apenas uma doce e uma salgada. Seria interessante aumentar e diversificar as opções para poder voltar mais frequentemente ao estabelecimento.

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Alguns ambientes do café.
Alguns ambientes do café.

Nota: ***

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Iaiá Bistrô, oxente!

Há algumas semanas fomos convidados para um aniversário de família que ocorreria no Iaiá Bistrô, na zona sul de Porto Alegre, onde, segundo o próprio site do Iaiá, serve-se “o melhor dos pratos típicos, das várias regiões do Brasil, (…) em porções generosas e apresentação primorosa”. Só que, diferentemente dos convites que recebemos normalmente, este já veio acompanhado de um: “Eles têm opção vegana”. Opa! Que surpresa agradável, ficamos muito contentes de terem pensado na gente na hora de escolher o restaurante 🙂

Chegamos na grande casa onde o restaurante está situado, naquela noite de sexta-feira com o clima ameno. Logo fomos recebidos por um recepcionista que nos direcionou à mesa reservada para o aniversariante. Atravessamos dois amplos e belos ambientes até encontrar os demais convidados que nos aguardavam.

Um dos ambientes do Iaiá.
Um dos ambientes do Iaiá.

Quando o garçom nos trouxe o cardápio, imediatamente perguntamos a ele: “quais as opções veganas que vocês oferecem?”. Fizemos isso para testar tanto o restaurante, quanto o garçom. No primeiro caso para confirmar se eles realmente tinham opções veganas, no segundo para ver se o atendimento estava treinado para atender um vegano. Em ambos casos obtivemos uma resposta positiva. O garçom imediatamente apontou as opções veganas disponíveis, que eram duas: a moqueca vegetariana e o cogubobó. Acabamos optando pelo segundo, com pimenta média (ao fazer o pedido o garçom pergunta a intensidade de pimenta desejada no prato).

Moqueca vegetariana e Cogubobó: os pratos veganos.
Moqueca vegetariana e Cogubobó: os pratos veganos.

Aguardamos pouco tempo até que nossos pratos fossem trazidos. Realmente eles faziam jus a descrição do restaurante, as porções de todos os pratos eram generosas. A pimenta do nosso bobó estava no ponto! Mas, é importante dizer que gostamos de pratos levemente apimentados, um pouco acima da quantidade de pimenta que os gaúchos estão acostumados a consumir, então se você não gosta ou não está acostumado com pimenta, sugerimos que peça o prato com pimenta leve. O cogubobó estava delicioso, bem preparado, cheio de sabores, acompanhado de uma farofa de banana e arroz branco, fechando a combinação com perfeição.

Será que tava bom? :D
Será que tava bom? :D

Após a nossa janta a chef veio até nossa mesa ver se estava tudo de acordo. A primeira pergunta dela foi: “É nessa mesa que tem um pessoal vegano?”. Com um sorriso no rosto nos “acusamos”. Ela nos contou que o seu filho é vegano, que a introduziu nesse mundo e que ela vem pesquisando sobre o asssunto (quem sabe vem mais opções veganas no cardápio, né? :D). No fim, nosso atendente veio oferecer sobremesa e disse que a cozinha poderia fazer uma tapioca de goiabada vegana. Ficamos muito felizes com a atenção que nos foi dada, mas não havia condições de comermos mais nada depois do Cogubobó.

Veganista e sua foto "artística".
Veganista e sua foto “artística”.

Adoramos nossa experiência no Iaiá Bistrô. Todos foram muito atenciosos e demonstraram conhecimento sobre veganismo, o que sempre gera uma tranquilidade e confiança na gente. É um lugar muito legal para sair para jantar a dois ou em um grupo grande para uma confraternização. O restaurante também conta com um deck aberto para aproveitar os dias mais quentes ao ar livre.

Nos dias mais quentes pode-se sentar no deck.
Nos dias mais quentes pode-se sentar no deck.

Nota: ****

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Que pena Saúde no Copo…

Quando dá uma aumentada na temperatura em Porto Alegre a gente acaba se animando mais a sair de casa né? Pois então, recentemente tivemos alguns dias mais quentes na cidade e em uma dessas tardes/noites nos veio a ideia “vamos sair para comer uma salada de fruta?”. Após pensarmos por alguns minutos, não encontramos grandes dificuldades de lembrar do Saúde no Copo e então nos dirigimos para a loja da Nilo Peçanha na esquina com a Carazinho.

A loja do Saúde no Copo.
A loja do Saúde no Copo.

Chegamos lá cerca de 30 minutos antes do fechamento do local, ainda com bastante claridade na rua, devido ao horário de verão. A loja estava bastante movimentada, com cerca de 15 ou 20 clientes. Ainda que tenhamos ido apenas comer uma salada de fruta, avistamos um BAURU VEGANO no cardápio! A gente não podia deixar de experimentar, então mesmo que não estivéssemos com muita fome pedimos um bauru, além da salada de frutas é claro. Ah, é importante ressaltar que descobrimos que não há salada de frutas no cardápio, apenas um mix de frutas que pode ser pedido com um caldo de frutas por um valor adicional.

Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.
Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.

Fizemos o pedido no caixa e sentamos em nossa mesa, no canto do grande salão do restaurante. Pudemos notar que mesmo após o fechamento do local, muitas pessoas ainda tentaram entrar na loja. Depois de uma espera relativamente longa o nosso pedido chegou.

O Bauru Vegano.
O Bauru Vegano.

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Obviamente a primeira coisa que provamos foi o bauru, que estava muito bonito. Mas, na hora que mordemos… Que decepção. Ainda demos mais algumas mordidas antes de comentar alguma coisa entre nós, na esperança de que fosse apenas a primeira mordida que nos decepcionasse, mas não. O sanduíche não tinha gosto nenhum, sem sal, sem temperos, completamente insosso. Pode-se dizer que as principais qualidades do bauru eram o pão e o tamanho.

O Mix de Frutas.
O Mix de Frutas.

Da mesma forma, o mix de frutas com caldo não atendeu as nossas expectativas, as frutas não tinham muito gosto (sabemos que isso pode ser um problema de fornecimento) e o caldo de frutas era extremamente doce, semelhante ao caldo de uma compota.

Sabemos que o Saúde no Copo disponibiliza várias opções veganas em seu cardápio e ficamos muito tristes de fazer uma avaliação negativa do local. Talvez tenha sido algum erro na cozinha ou apenas aquelas opções em específico que não estavam boas e por isso voltaremos em breve para provar outras opções, pois acreditamos que essa tenha apenas sido uma experiência infeliz.

Nota: *

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Opção vegana na Bazkaria

A gente já sabia que a Bazkaria tinha opções veganas no seu cardápio, uma por “natureza”, outras que precisam ser modificadas em relação aos seus ingredientes, mas que ficam muito gostosas. Então, em uma sexta-feira quente resolvemos nos movimentar em direção ao Parcão para saborear as suas pizzas veganas.

O espaço da Bazkaria.
O espaço da Bazkaria.

Ao chegar no restaurante encontramos o salão interno cheio e, sendo assim, sentamos nas mesas que ficam do lado de fora, aproveitando a brisa que batia naquela noite. Pouco tempo depois fomos atendidos por um garçom muito simpático, mas que se mostrou um pouco confuso em relação aos sabores veganos do cardápio, sugerindo algumas opções com queijo. Depois de explicarmos o que era uma opção vegana, ele foi capaz de nos ajudar.

Ambiente externo da Bazkaria.
Ambiente externo da Bazkaria.

Após analisar as possibilidades, optamos pelo sabor Tammy Dêví, opção que consta no cardápio como “Pizzas light” (não há um ítem “Pizzas veganas”, elas estão espalhadas pelo cardápio). Esse sabor é composto de chicória refogada, tomate e cebolas em rodelas e azeitonas pretas. Originalmente ela vem também com tofú, mas naquele dia optamos por pedir sem.

Salão onde jantamos :)
Salão onde jantamos :)

Acabamos encontrando uma mesa no salão interno da Bazkaria e para lá nos mudamos. Não demorou muito para que a nossa pizza grande (8 fatias) chegasse. Já no primeiro pedaço pudemos confirmar que havíamos acertado no sabor do pedido, a mistura de sabores estava muito gostosa e a massa bem fininha e crocante, exatamente do jeito que a gente gosta.

Habemus...
Habemus…
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… Pizza!

Conforme falamos antes, existe uma opção vegana no cardápio da Bazkaria (que foi essa que pedimos), mas uma série de outras que podem ser adaptadas. Por exemplo, há uma lista de pizzas chamadas “Pizzas Veggies” que contém queijo, mas o restaurante é bem flexível quanto a adaptação dos sabores, ou seja, dá pra pedir pra tirar o queijo e colocar tofú ou algum outro ingrediente. É importante ressaltar que a massa comum deles não é vegana, a pizza vegana deve ser pedida com a massa integral. Infelizmente, não há no cardápio uma opção vegana de sobremesa.

É claro que o que sobrou a gente levou pra casa :D
É claro que o que sobrou a gente levou pra casa :D

Na nossa opinião, a Bazkaria oferece uma gama interessante de opções veganas em seu cardápio, permitindo inclusive a variação de sabores, aumentando a possibilidade de voltar ao estabelecimento com mais frequência.

Nota: ****

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Tele xis/bauru vegano

Uma dúvida bem comum que a gente tem, volta e meia, é: “Vamos sair para comer algo ou chamar alguma coisa?”. Semana passada optamos pela segunda opção, o que nos levou a uma segunda questão: “Quem tem tele-entrega de comida vegana em Porto Alegre?”. Pesquisando aqui e ali encontramos o pessoal do B Bauru, que possui algumas opções veganas no seu cardápio.

Preparar...
Preparar…

Fizemos o pedido por telefone, ainda que existam várias opções de aplicativos para celular onde o pessoal está cadastrado, como descobrimos depois. A entrega demorou um pouquinho para acontecer, mas acreditamos que mais porque era final de semana e que o nosso endereço é bastante distante da sede do B Bauru.

Apontar...
Apontar…

Optamos pelo “Xis Vegano Mussarela”, que era feito de hambúrguer de falafel (grão-de-bico temperado), queijo mussarela vegano, milho, ervilha, alface e tomate. Nosso pedido estava bastante gostoso, satisfazendo a vontade de uma refeição mais “junkie food” (quem nunca, né?). O tamanho do xis também era ótimo e terminamos de comê-lo completamente satisfeitos.

Atacar!
Atacar!

Acreditamos que o B Bauru ofereça boas opções veganas em tele-entrega para quem procura por um lanche em casa. Além de opções de xis vegano, eles também oferecem bauru, saladas e porções. Infelizmente não há nenhuma opção de sobremesa vegana.

Nota: ***

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Regalito da Zero Zero

Essa semana a gente teve uma surpresa muito bacana. Recebemos uma mensagem no Facebook: “Vocês vão estar disponíveis amanhã pela manhã?”, eram as nossas queridas da Zero Zero querendo nos trazer um pãozinho para alegrar a nossa manhã.

Logo cedo na manhã do dia seguinte o nosso interfone tocou, eram elas trazendo o presente. Segundo as meninas, recebemos o produto que é o carro chefe delas,  60% integral com aveia, açúcar mascavo, castanha do Pará, azeite de oliva e uvas passas, tudo com farinhas orgânicas (e tudo vegano, é claro!). E aí descobrimos que a palavra “pãozinho” só poderia ser utilizada pelo cuidado com que é feito, pois o pão é bem grande!

Olha que coisa querida o presente que a gente ganhou!
Olha que coisa querida o presente que a gente ganhou!

O pão era muito gostoso, casquinha crocante e miolo macio, extremamente saboroso a ponto de poder ser consumido puro, sem qualquer pastinha. Tanto é que o nosso não durou nem até a noite daquele dia 😀

É importante ressaltar que nem todos os produtos da Zero Zero são veganos, então vale a pena falar com as meninas para saber quais outros produtos do mix delas são adequados para quem não consome produtos de origem animal. Até porque quanto mais pessoas pedirem, mais opções elas vão ter né?

O "pãozinho" da Zero Zero.
O “pãozinho” da Zero Zero.

Nota: como essa experiência é bem diferente das demais que tivemos até agora com o Veganista, decidimos não realizar essa avaliação, por entender que não seria justo nem com as meninas da Zero Zero, nem com as outras empresas aqui avaliadas.

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It’s me, Yoshi!

Essa semana bateu vontade de comer Sushi, mas sempre dá uma certa desconfiança de comer em restaurantes japoneses, afinal a gente ainda ouve bastante “Mas nem peixe?”, por aí. De qualquer forma, começamos a vasculhar a nossa cabeça sobre as casas de sushi que ofereciam combos veganos. Foi aí que lembramos que certa vez já havíamos pedido uma tele-entrega do Yoshi Sushi. Mas, dessa vez a gente queria ir para a rua, afinal era final de semana e fazia uma noite quente.

Decidimos então nos deslocar para a Cidade Baixa, sem fazer a clássica ligação para o restaurante antes, afinal já sabíamos que havia opção vegana no cardápio deles. Após pegar um pouco do trânsito do bairro mais boêmio de Porto Alegre no caminho, chegamos ao restaurante. Fomos recebidos com um pouco de estranhamento pelos atendentes do local, parecia ser uma surpresa para eles que estivéssemos ali.

Porta de entrada do restaurante no maior estilo "passagem secreta".
Porta de entrada do restaurante no maior estilo “passagem secreta”.

Passada essa primeira impressão, nos acomodamos em uma das altas mesas feitas de de venezianas com tampo de vidro. Éramos os únicos clientes no local que tinha uma decoração muito bonita e um astral muito bacana. Como não havia dúvidas sobre o que pediríamos, chamamos o atendente para fazer o nosso pedido. Quando falamos do combo vegano, ele ficou um pouco desconcertado. Pediu um minuto e foi até a cozinha ver se eles poderiam fazer, pois o combo este combo não estava no cardápio do restaurante.

Ficamos chateados com esse titubear em nos atender, mas logo outra atendente apareceu e nos repassou que eles poderiam sim fazer o combo vegano para a gente sem nenhum problema. Nossa quebra de expectativa se desfez rapidamente, enquanto esperávamos nossa janta. Antes que nosso prato chegasse recebemos um sunomono de cortesia que estava uma delícia!

Sim, a gente admite, a fome foi maior e comemos o sunomono antes de tirar a foto :D
Sim, a gente admite, a fome foi maior e comemos o sunomono antes de tirar a foto :D

Nossa janta logo foi servida, o que foi muito bem recebido por nós, afinal estávamos famintos. O combo era composto de 24 peças, dentre elas niguiri de mini milho, uramaki de tomate seco e rúcula, uramaki de vegetais, hossomaki de pepino, hossomaki de vegetais, etc. e todas estavam muito boas!

O nosso combo!
O nosso combo!
O nosso combo! (2)
O nosso combo! (2)

Depois da janta, em conversa com a atendente, descobrimos que eles haviam aberto o restaurante a menos de um mês, até então eles trabalhavam apenas com a tele-entrega, mas depois de tantas pessoas pedirem para que eles tivessem um espaço físico disponível resolveram se aventurar a ter atendimento ao público. Foi então que entendemos o porque das pequenas hesitações, a gente sabe bem que o início de qualquer operação é complicado e que é mais que normal haver pequenas falhas.

O ambiente do Yoshi Sushi.
O ambiente do Yoshi Sushi.

Nossa impressão geral é de que o Yoshi Sushi oferece uma boa opção vegana em seu cardápio, apesar de ser a única do cardápio. Seria legal também estudar a possibilidade de ter alguma sobremesa sem produtos de origem animal. Mas, de forma geral, a gente saiu de lá com uma impressão muito boa. Obrigado por pensar nos veganos na hora da montagem do cardápio!

Ah, sempre importante!
Ah, sempre importante!

Nota: ***

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Por acaso… bolo vegano!

E mais uma vez a sorte soprou a nosso favor, novamente encontramos uma opção vegana quase sem querer. Trata-se do pessoal da Fome de Bolo, uma pequena e simpática loja de bolos que fica na Rua Fernandes Vieira, 666, bem pertinho da esquina com a Avenida Osvaldo Aranha, em Porto Alegre.

Um dia desses a gente foi levar os cachorros para passear na redenção, aproveitar para fazê-los correr bastante, já que fazia um dia quente mas nublado, com cara de chuva. Após o nosso passeio, voltamos caminhando e no trajeto passamos pela Fernandes Vieira. Foi então que uma bicicleta toda decorada no meio da calçada nos chamou a atenção: “Olha, uma loja de bolos. Será que eles tem opção vegana?”, pensamos.

Coisa mais querida essa bicicleta!
Coisa mais querida essa bicicleta!

Acreditando que tínhamos pouca chance de encontrar uma opção, entramos na loja para perguntar e para nossa surpresa a resposta foi positiva! Eles tinham um opção de bolo de chocolate vegano. Claro que antes de comemorar a gente confirmou várias vezes que não havia nenhum ingrediente de origem animal.

O interior do Fome de Bolo.
O interior do Fome de Bolo.
Finalmente o bolinho. (Note que não aguentamos e comemos antes de tirar a foto :D ).
Finalmente o bolinho (Note que não aguentamos e comemos antes de tirar a foto 😀 ).

O Fome de Bolo é um lugar bem bonito que oferece bolos para levar. O bolinho de chocolate vegano que comemos estava muito gostoso, no entanto era a única opção que tínhamos para comprar, todos os demais produtos da loja (e eram muitos) continham algum ingrediente de origem animal. A gente adorou a descoberta dessa opção, mas seria difícil voltar lá tão cedo, pois apesar de eles terem uma vasta opção de bolos, uma só é vegana. Voltaríamos muito mais cedo e com maior frequência se houvesse mais opções. 😉

Nota: **

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