Iaiá Bistrô, oxente!

Há algumas semanas fomos convidados para um aniversário de família que ocorreria no Iaiá Bistrô, na zona sul de Porto Alegre, onde, segundo o próprio site do Iaiá, serve-se “o melhor dos pratos típicos, das várias regiões do Brasil, (…) em porções generosas e apresentação primorosa”. Só que, diferentemente dos convites que recebemos normalmente, este já veio acompanhado de um: “Eles têm opção vegana”. Opa! Que surpresa agradável, ficamos muito contentes de terem pensado na gente na hora de escolher o restaurante 🙂

Chegamos na grande casa onde o restaurante está situado, naquela noite de sexta-feira com o clima ameno. Logo fomos recebidos por um recepcionista que nos direcionou à mesa reservada para o aniversariante. Atravessamos dois amplos e belos ambientes até encontrar os demais convidados que nos aguardavam.

Um dos ambientes do Iaiá.
Um dos ambientes do Iaiá.

Quando o garçom nos trouxe o cardápio, imediatamente perguntamos a ele: “quais as opções veganas que vocês oferecem?”. Fizemos isso para testar tanto o restaurante, quanto o garçom. No primeiro caso para confirmar se eles realmente tinham opções veganas, no segundo para ver se o atendimento estava treinado para atender um vegano. Em ambos casos obtivemos uma resposta positiva. O garçom imediatamente apontou as opções veganas disponíveis, que eram duas: a moqueca vegetariana e o cogubobó. Acabamos optando pelo segundo, com pimenta média (ao fazer o pedido o garçom pergunta a intensidade de pimenta desejada no prato).

Moqueca vegetariana e Cogubobó: os pratos veganos.
Moqueca vegetariana e Cogubobó: os pratos veganos.

Aguardamos pouco tempo até que nossos pratos fossem trazidos. Realmente eles faziam jus a descrição do restaurante, as porções de todos os pratos eram generosas. A pimenta do nosso bobó estava no ponto! Mas, é importante dizer que gostamos de pratos levemente apimentados, um pouco acima da quantidade de pimenta que os gaúchos estão acostumados a consumir, então se você não gosta ou não está acostumado com pimenta, sugerimos que peça o prato com pimenta leve. O cogubobó estava delicioso, bem preparado, cheio de sabores, acompanhado de uma farofa de banana e arroz branco, fechando a combinação com perfeição.

Será que tava bom? :D
Será que tava bom? :D

Após a nossa janta a chef veio até nossa mesa ver se estava tudo de acordo. A primeira pergunta dela foi: “É nessa mesa que tem um pessoal vegano?”. Com um sorriso no rosto nos “acusamos”. Ela nos contou que o seu filho é vegano, que a introduziu nesse mundo e que ela vem pesquisando sobre o asssunto (quem sabe vem mais opções veganas no cardápio, né? :D). No fim, nosso atendente veio oferecer sobremesa e disse que a cozinha poderia fazer uma tapioca de goiabada vegana. Ficamos muito felizes com a atenção que nos foi dada, mas não havia condições de comermos mais nada depois do Cogubobó.

Veganista e sua foto "artística".
Veganista e sua foto “artística”.

Adoramos nossa experiência no Iaiá Bistrô. Todos foram muito atenciosos e demonstraram conhecimento sobre veganismo, o que sempre gera uma tranquilidade e confiança na gente. É um lugar muito legal para sair para jantar a dois ou em um grupo grande para uma confraternização. O restaurante também conta com um deck aberto para aproveitar os dias mais quentes ao ar livre.

Nos dias mais quentes pode-se sentar no deck.
Nos dias mais quentes pode-se sentar no deck.

Nota: ****

Fica aí a dica do Veganista!
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Opção vegana na Bazkaria

A gente já sabia que a Bazkaria tinha opções veganas no seu cardápio, uma por “natureza”, outras que precisam ser modificadas em relação aos seus ingredientes, mas que ficam muito gostosas. Então, em uma sexta-feira quente resolvemos nos movimentar em direção ao Parcão para saborear as suas pizzas veganas.

O espaço da Bazkaria.
O espaço da Bazkaria.

Ao chegar no restaurante encontramos o salão interno cheio e, sendo assim, sentamos nas mesas que ficam do lado de fora, aproveitando a brisa que batia naquela noite. Pouco tempo depois fomos atendidos por um garçom muito simpático, mas que se mostrou um pouco confuso em relação aos sabores veganos do cardápio, sugerindo algumas opções com queijo. Depois de explicarmos o que era uma opção vegana, ele foi capaz de nos ajudar.

Ambiente externo da Bazkaria.
Ambiente externo da Bazkaria.

Após analisar as possibilidades, optamos pelo sabor Tammy Dêví, opção que consta no cardápio como “Pizzas light” (não há um ítem “Pizzas veganas”, elas estão espalhadas pelo cardápio). Esse sabor é composto de chicória refogada, tomate e cebolas em rodelas e azeitonas pretas. Originalmente ela vem também com tofú, mas naquele dia optamos por pedir sem.

Salão onde jantamos :)
Salão onde jantamos :)

Acabamos encontrando uma mesa no salão interno da Bazkaria e para lá nos mudamos. Não demorou muito para que a nossa pizza grande (8 fatias) chegasse. Já no primeiro pedaço pudemos confirmar que havíamos acertado no sabor do pedido, a mistura de sabores estava muito gostosa e a massa bem fininha e crocante, exatamente do jeito que a gente gosta.

Habemus...
Habemus…
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… Pizza!

Conforme falamos antes, existe uma opção vegana no cardápio da Bazkaria (que foi essa que pedimos), mas uma série de outras que podem ser adaptadas. Por exemplo, há uma lista de pizzas chamadas “Pizzas Veggies” que contém queijo, mas o restaurante é bem flexível quanto a adaptação dos sabores, ou seja, dá pra pedir pra tirar o queijo e colocar tofú ou algum outro ingrediente. É importante ressaltar que a massa comum deles não é vegana, a pizza vegana deve ser pedida com a massa integral. Infelizmente, não há no cardápio uma opção vegana de sobremesa.

É claro que o que sobrou a gente levou pra casa :D
É claro que o que sobrou a gente levou pra casa :D

Na nossa opinião, a Bazkaria oferece uma gama interessante de opções veganas em seu cardápio, permitindo inclusive a variação de sabores, aumentando a possibilidade de voltar ao estabelecimento com mais frequência.

Nota: ****

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Recebemos a dica: Donna Laura doces e salgados

Na semana passada a gente recebeu uma dica pelo nosso Facebook: “Vocês já conhecem o Donna Laura, na Cidade Baixa?”. O restaurante estava sim na nossa lista de próximas visitas, mas imediatamente foi colocado em primeiro lugar, afinal o apelo popular tem que ser atendido, não é mesmo? 😀

O Donna Laura fica na Coronel Fernando Machado, 1164, endereço para o qual nos deslocamos em um belo dia de sol e frio em Porto alegre. Após atravessar a Loureiro da Silva, logo encontramos o local, lá demos de cara com um aviso que fez nosso coração palpitar de felicidade. Em um pequeno quadro de giz havia o cardápio do dia abaixo do título: “Almoço Vegano (assim mesmo, sublinhado) de segunda à sábado”. Aquele sentimento de alívio por poder almoçar sem preocupações, brotou.

O ambiente do Donna Laura.
O ambiente do Donna Laura.

Imediatamente entramos no local e nos dirigimos ao caixa para pedir informações de como era o sistema do restaurante. A atendente, de forma muito simpática, nos explicou que havia um buffet de saladas logo na entrada onde poderíamos nos servir. Além disso, havia o prato do dia, que, aquele dia, era composto de risoto de moranga, lentilha, berinjela empanada e um pãozinho da casa. E tudo poderia ser repetido quantas vezes desejássemos.

Vai uma saladinha? :)
Vai uma saladinha? :)

Sem pensar duas vezes, fomos nos servir de salada. Assim que terminamos de nos servir, foi entregue o nosso prato do dia, bem rapidinho! Fomos então encontrar um lugar para sentar. Como o local é relativamente pequeno, poucas mesas estão disponíveis, então a gente pode ter que sentar junto com desconhecidos, o que achamos muito bacana, afinal é uma oportunidade de conhecer outras pessoas né? Nos sentamos na mesa maior, que tem quatro lugares de cada lado.

O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.
O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.

A comida estava gostosa. Havia uma salada com feijão fradinho e vinagrete que estava muito boa, a berinjela empanada nos deu vontade de repetir e o pãozinho para comer junto com a lentilha formava a combinação perfeita. Esses foram os nossos prediletos aquele dia.

Mas, a nossa experiência no Donna Laura ainda não tinha chegado ao fim. Havia uma vasta opção de sobremesas “nos chamando”! Depois de muito analisar as várias opções a disposição ali, decidimos por um bolo de chocolate com ganache (sim, somos loucos por chocolate). As sobremesas não são todas veganas, então se ficar na dúvida, pergunte, o pessoal do restaurante sabe direitinho o que é e o que não é.

Pagamos a conta e decidimos aproveitar o nosso doce caminhando no sol, afinal é sempre importante sintetizar vitamina D. Mas ao dar a primeira colherada na sobremesa, tivemos vontade de voltar no restaurante e pagar de novo, por que era muuuuuuuuito boa. E de um tamanho generoso, ou seja, saímos da Cidade Baixa rolando aquele dia!

Equipe do Veganista de dieta :D
Equipe do Veganista de dieta :D

No nossa opinião, o Donna Laura doces e salgados é uma ótima pedida para qualquer pessoa, vegana ou não. O cardápio é modificado diariamente, o que faz com que ele seja uma opção frequente para o almoço das pessoas que trabalham ou moram na região, bem como para um café da manhã ou tarde.

Os horários de funcionamento.
Os horários de funcionamento e a Frida.

Nota: ****

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Olé paella vegana! Olé!

Fazendo a nossa busca por opções veganas em Porto Alegre, a gente recebeu a dica de que o Tablado Andaluz servia uma paella vegetariana. Já havíamos visitado o tablado há muitos anos, quando ele ainda funcionava na Avenida Oswaldo Aranha, mas não tínhamos recordação da tal paella. Muito interessados resolvemos ligar para o local pra ver se eles conseguiriam fazer uma versão vegana desse prato. Para a nossa surpresa, após explicarmos o que era vegano, descobrimos que a paella vegetariana é, na verdade, uma paella vegana. Sem titubear reservamos os nossos lugares para aquela mesma noite.

Para os que não conhecem, o Tablado Andaluz é um local que traz ao público a cultura do flamenco. De acordo com o site do tablado: “Os “Tablaos” como ficaram conhecidos, eram bares descendentes dos Cafés Cantantes que existiam no inicio do seculo passado por toda Europa e foram importantes no surgimento do flamenco e na consolidação de sua classe artística. As noites nos “Tablaos” eram a fusão perfeita entre arte flamenca, gastronomia e boemia. O Tablado Andaluz de Porto Alegre é único “Tablao” no Brasil.”. Está situado na Avenida Venâncio Aires, 556.

Para podermos aproveitar bastante o local chegamos cedo, ainda que fosse uma noite com tempo ruim. Logo que entramos fomos recepcionados pelos atendentes do local que nos levaram até a nossa mesa. A menina que nos atendia explicou como funcionava o sistema da casa: entrada, buffet de saladas e paella. Explicamos novamente a questão do veganismo para ela e ela garantiu que a paella era vegana. Apenas nos disse para não comer a tortilla que vinha com a entrada, pois continha ovos.

O clima do tablado.
O clima do tablado.

Como chegamos cedo, a comida ainda estava sendo preparada e o buffet de saladas montado. Pensamos: “Quando em Roma, faça como os romanos” e decidimos pedir uma jarra de sangria. Não demorou muito para que ela fosse trazida até a nossa mesa e que pudéssemos saboreá-la. Aproveitamos a típica bebida espanhola, que estava muito gostosa, mais seca do que doce como é da nossa preferência. Logo nos foi servido também a entrada, uma porção com azeitonas, caponata de berinjela, pimentão vermelho em conserva e pãezinhos. Estava tão gostosa que pedimos uma segunda leva!

A sangria e a entrada.
A sangria e a entrada.

Por volta das 21h00 as paellas e o buffet começaram a ser servidos. Como nós estávamos morrendo de fome, levantamos rapidamente e fomos nos servir. Havia várias opções de saladas, mas como estávamos lá para saborear a paella vegana, acabamos pulando as mais básicas e provando apenas as mais elaboradas, dentre essas fica o destaque para a salada de laranja com cebola. Um mistura estranha a primeira vista, mas deliciosa.

O buffet de saladas era bastante variado!
O buffet de saladas era bastante variado!

Por fim, nos servimos da tão aguardada paella. O aspecto não deixava nada a desejar para as outras paellas servidas ali. Ao invés dos frutos do mar ou das carnes, vegetais variados compunham os ingredientes, tais como ervilha, grão de bico, cenoura, pimentões, etc. A comida estava muito gostosa e bem preparada. Como não havia nenhum elemento que fosse do mar, a paella vegana era muito parecida com um risoto de vegetais com o arroz amarelo por causa do açafrão. Um truque muito comum nas adaptações veganas de pratos com frutos do mar é a utilização da alga nori (ou alguma outra), pois ela imprime no prato aquele “gostinho de mar”. Mas esse é um pequeno detalhe, adoramos a comida!

O primeiro show: paella vegana.
O primeiro show: paella vegana.

Para fechar com chave de ouro, após o jantar há uma apresentação de flamenco. Na noite em que fomos visitar a casa, havia duas bailaoras (bailarinas flamencas), um cantante/cajonista (cantor que tocava cajon) e um violonista. A qualidade dos músicos e das dançarinas é de cair o queixo, realmente uma experiência cultural riquíssima.

O segundo show: flamenco.
O segundo show: flamenco.

Bem, não é por acaso que funciona também no local uma escola de dança flamenca. Caso você se interesse, é só entrar no site para saber mais informações.

Nota: ****

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Sabe o que é um “Bici Café”?

Hoje nosso post é sobre a VULP, que fica a Bento Figueiredo, 78, um lugar inspirado pela cultura urbana da bicicleta, mas onde “todos(as) são bem-vindos(as), pedalando ou não”. Apesar de termos ido para o almoço, o local fica aberto de manhã e à tarde funcionando também como café e com muitas opções veganas!

Visitamos a VULP num dia frio e chegamos cedo, por volta das 11:30. Como o almoço passa a ser servido a partir das 12:00 tivemos um tempo para dar uma olhada na bela casa onde o café/restaurante se situa, apreciar a decoração sentados ao lado da lareira que aquecia o ambiente principal.

Uma curiosidade, este dia era dia de “Almoço sem preço com Alan Chaves” (pra quem não conhece, o Alan Chaves é um chef/cozinheiro bem conhecido por realizar essas iniciativas), ou seja, o almoço não tem preço fixado, cada um paga o que achar justo e o que puder pela refeição. De acordo com o material explicativo que se encontrava nas mesas: “A proposta do sem preço é estimular a reflexão e consolidar as nossas relações em processos de generosidade, co-responsabilidade, desapego e proporcionar equilíbrio possibilitando o acesso do maior número de pessoas possível”. Legal, né?

Bem, passando um pouquinho das 12:00 nosso prato foi servido, já que fomos os primeiros a entrar fomos os primeiros a receber, fato que nos gerou grande satisfação porque o cheirinho da comida sendo preparada estava nos matando! O generoso almoço contava com feijão branco com abóbora e tofu defumado, arroz com brócolis, batata ao murro e salada de couve com molho de alho. Também estavam inclusos um copo de chá mate com maracujá e paçoquinha de sobremesa.

A porção era realmente muito generosa e conseguimos terminar toda a refeição porque a fome estava do mesmo tamanho do prato e porque a comida estava muito gostosa!

PS: A VULP não aceita nenhum tipo de cartão, apenas dinheiro.

Nota: ****

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Seja bem-vindo!
Seja bem-vindo!
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Relance da decoração.
Relance da decoração.
O que viemos buscar: O ALMOÇO!
O que viemos buscar: O ALMOÇO!

 

 

 

Um café bem reforçado

Dessa vez fomos visitar um local com muitas opções veganas!

No coração do Moinhos de Vento está o Hilário Pasta & Café, situado na Hilário Ribeiro, 328, onde decidimos parar e tomar café da manhã para esquentar aquele dia frio. Por conta do clima não foi possível utilizar a área externa que tem um belo deck onde é possível observar o movimento de uma das principais ruas da bem conhecida “calçada da fama”.

Ao entrar no local fomos recebidos pela dona do café que prontamente nos mostrou todas as opções veganas disponíveis. Quase não acreditei ao ouvir a palavra “croissant”. Oi? Croissant vegano? SIM! Não tivemos dúvidas, pedimos um recheado com queijo vegano e proteína de soja. Para acompanhar um capuccino de leite de coco.

Quando o pedido chegou e dei a primeira mordida no croissant eu quase não podia acreditar, era realmente delicioso, na realidade não havia nenhuma diferença para o croissant “tradicional”, sequinho, crocante e quentinho, perfeito para aquela manhã fria. O capuccino estava bom e ainda ganhamos uns biscoitinhos veganos muito gostosos para acompanhar. Foi um café da manhã e tanto!

O Hilário Pasta & Café também serve almoço ao meio dia, mas dessa vez não foi possível provarmos. Quem sabe numa próxima visita né?

Nota: ****

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Capuccino com leite de coco e biscoitinhos.
Capuccino com leite de coco e biscoitinhos.
Croissant com queijo e proteína de soja, tudo vegano!
Croissant com queijo e proteína de soja, tudo vegano!

Uma noite de comida árabe

Nosso primeiro post traz um clássico de Porto Alegre, o Restaurante Al Nur. Hoje em dia o Al Nur já possui uma série de filiais em shoppings e na zona sul, mas a gente visitou a loja mais antiga na esquina da avenida Protásio Alves com a rua Dona Leonor.

Todo vegano sabe que a culinária árabe é altamente receptiva aos ideais veganos, com várias opções de pratos que podemos degustar tranquilamente e não é diferente com o cardápio do Al Nur. Nessa foto mostramos quatro das opções veganas: o pão árabe, (da esquerda para a direita) hommus (pasta de grão de bico), mjadra (arroz com lentilha e cebola) e falafel (bolinho de vegetais).

Uma outra opção vegana que gostamos muito no cardápio do Al Nur é a berinjela em conserva de azeite de oliva, temperos e amendoim e a esfiha de zaatar.

Nota: ****

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