Um Agridoce Café

A gente já tinha recebido essa dica várias vezes e por vários meios, então, há algumas semanas, resolvemos visitar e provar as opções veganas do Agridoce Café, “um espaço aconchegante e gentil para todos, com aroma de café e de doces saindo do forno”, de acordo com a própria página do estabelecimento. Então, aproveitamos um final de tarde quase noite e rumamos à Cidade Baixa.

Balcão de atendimento do Agridoce.
Balcão de atendimento do Agridoce.

Ao chegarmos lá, fomos recepcionados por um atendente que nos informou que a casa estava lotada, dizendo que haviam duas mesas a nossa frente na fila. Resolvemos aguardar mesmo assim. O atendente então pediu o nosso nome e telefone. Para nossa surpresa, segundos depois de ele nos deixar recebemos um SMS informando nossa posição na lista de espera para uma mesa, muito legal!

Decoração da parede da nossa mesa.
Decoração da parede da nossa mesa.

Como estávamos entre duas pessoas apenas, rapidamente conseguimos uma mesa em um dos salões fortemente decorados do café. Logo o mesmo atendente nos trouxe o cardápio que passamos a analisar. Após termos um pouco de dificuldade em encontrar as opções veganas, solicitamos ajuda ao atendente que prontamente nos informou que havia um sanduíche vegano, feito de pão artesanal de moranga com sementes de girassol, pasta de grão de bico, tomates secos, caponata e folhas verdes. Obviamente essa foi nossa escolha.

A comanda do Agridoce.
A comanda do Agridoce.

Nosso pedido não demorou muito a chegar, mesmo com o local lotado. O sanduíche estava bem gostoso, o pão bem novinho, o recheio molhado. Para o nosso gosto, a pasta de grão de bico poderia estar um pouco mais temperada, mas entendemos que é difícil agradar todos os gostos quando se atende tanta gente assim. Nada que não pudesse ser corrigido com um pouco de azeite de oliva.

Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D
Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D

Depois de terminar de comer o sanduíche, novamente analisamos o cardápio, pois queríamos um doce para acompanhar o espresso que iríamos pedir. Após uma pequena confusão com o atendente sobre se uma opção seria ou não vegana, obtivemos a informação de que a única possibilidade para nós seria o brownie de banana, que, então, pedimos. Estava gostoso, mas achamos que brownie de banana é uma das sobremesas veganas mais comuns de ser encontrada.

Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto :D (2)
Pra variar a gente comeu antes de tirar a foto 😀 (2)

Entendemos que o Agridoce Café oferece opções veganas bem gostosas, inclusive de sobremesa, mas apenas uma doce e uma salgada. Seria interessante aumentar e diversificar as opções para poder voltar mais frequentemente ao estabelecimento.

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Alguns ambientes do café.
Alguns ambientes do café.

Nota: ***

Fica aí a dica do Veganista!
Quer sugerir um lugar pra gente visitar? Envie um e-mail para falecom@veganista.online 😉

Que pena Saúde no Copo…

Quando dá uma aumentada na temperatura em Porto Alegre a gente acaba se animando mais a sair de casa né? Pois então, recentemente tivemos alguns dias mais quentes na cidade e em uma dessas tardes/noites nos veio a ideia “vamos sair para comer uma salada de fruta?”. Após pensarmos por alguns minutos, não encontramos grandes dificuldades de lembrar do Saúde no Copo e então nos dirigimos para a loja da Nilo Peçanha na esquina com a Carazinho.

A loja do Saúde no Copo.
A loja do Saúde no Copo.

Chegamos lá cerca de 30 minutos antes do fechamento do local, ainda com bastante claridade na rua, devido ao horário de verão. A loja estava bastante movimentada, com cerca de 15 ou 20 clientes. Ainda que tenhamos ido apenas comer uma salada de fruta, avistamos um BAURU VEGANO no cardápio! A gente não podia deixar de experimentar, então mesmo que não estivéssemos com muita fome pedimos um bauru, além da salada de frutas é claro. Ah, é importante ressaltar que descobrimos que não há salada de frutas no cardápio, apenas um mix de frutas que pode ser pedido com um caldo de frutas por um valor adicional.

Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.
Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.

Fizemos o pedido no caixa e sentamos em nossa mesa, no canto do grande salão do restaurante. Pudemos notar que mesmo após o fechamento do local, muitas pessoas ainda tentaram entrar na loja. Depois de uma espera relativamente longa o nosso pedido chegou.

O Bauru Vegano.
O Bauru Vegano.

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Obviamente a primeira coisa que provamos foi o bauru, que estava muito bonito. Mas, na hora que mordemos… Que decepção. Ainda demos mais algumas mordidas antes de comentar alguma coisa entre nós, na esperança de que fosse apenas a primeira mordida que nos decepcionasse, mas não. O sanduíche não tinha gosto nenhum, sem sal, sem temperos, completamente insosso. Pode-se dizer que as principais qualidades do bauru eram o pão e o tamanho.

O Mix de Frutas.
O Mix de Frutas.

Da mesma forma, o mix de frutas com caldo não atendeu as nossas expectativas, as frutas não tinham muito gosto (sabemos que isso pode ser um problema de fornecimento) e o caldo de frutas era extremamente doce, semelhante ao caldo de uma compota.

Sabemos que o Saúde no Copo disponibiliza várias opções veganas em seu cardápio e ficamos muito tristes de fazer uma avaliação negativa do local. Talvez tenha sido algum erro na cozinha ou apenas aquelas opções em específico que não estavam boas e por isso voltaremos em breve para provar outras opções, pois acreditamos que essa tenha apenas sido uma experiência infeliz.

Nota: *

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Tele xis/bauru vegano

Uma dúvida bem comum que a gente tem, volta e meia, é: “Vamos sair para comer algo ou chamar alguma coisa?”. Semana passada optamos pela segunda opção, o que nos levou a uma segunda questão: “Quem tem tele-entrega de comida vegana em Porto Alegre?”. Pesquisando aqui e ali encontramos o pessoal do B Bauru, que possui algumas opções veganas no seu cardápio.

Preparar...
Preparar…

Fizemos o pedido por telefone, ainda que existam várias opções de aplicativos para celular onde o pessoal está cadastrado, como descobrimos depois. A entrega demorou um pouquinho para acontecer, mas acreditamos que mais porque era final de semana e que o nosso endereço é bastante distante da sede do B Bauru.

Apontar...
Apontar…

Optamos pelo “Xis Vegano Mussarela”, que era feito de hambúrguer de falafel (grão-de-bico temperado), queijo mussarela vegano, milho, ervilha, alface e tomate. Nosso pedido estava bastante gostoso, satisfazendo a vontade de uma refeição mais “junkie food” (quem nunca, né?). O tamanho do xis também era ótimo e terminamos de comê-lo completamente satisfeitos.

Atacar!
Atacar!

Acreditamos que o B Bauru ofereça boas opções veganas em tele-entrega para quem procura por um lanche em casa. Além de opções de xis vegano, eles também oferecem bauru, saladas e porções. Infelizmente não há nenhuma opção de sobremesa vegana.

Nota: ***

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Agradável surpresa no Bourbon Country

Hoje a gente vai compartilhar uma opção vegana que descobrimos por acaso. Na semana passada, fomos ao shopping Bourbon Country para um show e aproveitamos para passar na Livraria Cultura e buscar uns livros que havíamos encomendado. Enquanto aguardávamos pelo show tivemos a grande ideia: “Que tal tomarmos um café?”. Aproveitamos que nos encontrávamos dentro da livraria e fomos tentar encontrar alguma opção vegana no cardápio. Nada. Simplesmente nada sem produtos de origem animal (fora o café, obviamente).

O Petites Délices.
O Petites Délices.

Bem, foi aí que decidimos tentar nossa sorte no Petites Délices, cafeteria que fica ao lado da entrada principal da Cultura. Sentamos já um pouco desanimados, entendendo que teríamos apenas o café disponível para a gente. Foi aí que veio a surpresa, quando questionamos o garçom: “Vocês têm alguma opção vegana no cardápio?”. “Sim”, respondeu o garçom, abrindo o cardápio na página correta onde se lia “Sanduíche vegano”. O primeiro pensamento que veio em nossa cabeça foi “não só tem opção vegana como também está no menu?!”. Grata surpresa.

Mãe, estamos no cardápio! :D
Mãe, estamos no cardápio! :D

Questionamos sobre quais eram os ingredientes do tal sanduíche, “pasta de berinjela, rúcula e tomates secos”, nos respondeu o atendente. Nada mal. Decidimos então experimetá-lo junto a um expresso e uma água com gás e ficamos ali conversando e analisando o movimento das pessoas nos corredores do shopping em horário de pico.

Não demorou muito para que nosso pedido chegasse, trazendo um sanduíche de tamanho generoso em relação ao qual estávamos extremamente curiosos. A apresentação estava bem bonita, o que nos chamou mais ainda a atenção. No entanto, o sanduíche ficou um pouco abaixo do que esperávamos. Talvez a felicidade de encontrar uma opção vegana inesperada tenha elevado demais nossa expectativa. Não é que o sanduíche estivesse ruim, ele estava bom, mas poderia estar melhor, mais recheado ou com mais ingredientes.

Porque aqui a gente não sabe comer pouco.
Porque aqui a gente não sabe comer pouco.

Sabemos que é difícil encontrar opções veganas em lugares não especializados e por isso a iniciativa do pessoal do Petites Délices deve ser muito exaltada! Ficamos imensamente contentes de saber que eles pensaram na gente. Ainda assim acreditamos que a opção disponível poderia ser melhorada e/ou diversificada. Estamos cientes que esse é um processo e somos gratos por ele já ter se iniciado no Petites Délices. Entendemos que a filial do shopping Bourbon Country é uma boa opção para tomar um café e comer algo salgado (visto que não há opções de doces veganos).

Nota: **

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Buffet vegetariano tem opções veganas?

Esses dias a gente estava resolvendo algumas coisas para a(o) Veganista e uma das pessoas que conversava com a gente questionou: “Vocês já foram naquele restaurante vegetariano?”, apontando para o outro lado da Avenida Independência em que nos encontrávamos. Da lá pudemos ver o letreiro do Ojas e desde então ele figurava na nossa lista de próximas visitas.

Decidimos conhecer o restaurante, que, como mencionado, fica na Avenida Independência 646. Como de praxe, antes de nos deslocarmos para o local, ligamos para saber se eles ofereciam opções veganas no cardápio e qual era o sistema de funcionamento do restaurante. Descobrimos que eles funcionam no sistema de buffet, mas, apesar de a moça que nos atendeu saber que havia pratos veganos no cardápio, as informações passadas foram um pouco confusas. Ela, no entanto, nos garantiu que nas plaquinhas indicativas do buffet estavam indicados quais opções eram de fato veganas.

Bem-vindo ao Ojas!
Bem-vindo ao Ojas!

Sendo assim, fomos lá conferir quais opções de fato teríamos para o nosso almoço. Chegamos por volta das 12h15, então o restaurante ainda não se encontrava cheio, ainda que os lugares disponíveis naquele momento fossem apenas no segundo andar. Assim que entramos no local perguntamos a uma atendente como saber quais opções eram veganas. A resposta dela nos deixou um pouco receosos: “o que estiver escrito sem lactose, é vegano”. Mas e o ovo? E o mel? A atendente disse que poderíamos perguntar caso houvesse dúvidas, mas o local começava a encher e seria inviável que ela nos acompanhasse em todo o processo de nos servirmos.

O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.
O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.

Mas, como não somos veganos de primeira viagem, fomos nos servir, sabedores de que na pior das hipóteses há coisas que são notoriamente veganas. Primeiro nos servimos de salada, o que é a parte fácil, afinal acabam sendo o porto-seguro dos buffets em muitas das vezes. Subimos para nossa mesa no segundo andar, onde fomos atendidos e optamos por tomar um suco verde.

Veganista em ação! :D
Veganista em ação! :D
Parte 1: As saladas.
Parte 1: As saladas.

Quando descemos novamente para nos servir dos pratos quentes, o restaurante já se encontrava mais cheio. Chegando na parte quente do buffet, notamos que as plaquinhas deste eram bem confusas, uma vez que algumas não diziam nada, algumas diziam que eram pratos veganos, algumas que continham lactose. Não existia um padrão, o que gerou um pouco de insegurança na gente. Acabamos nos servindo apenas de arroz, feijão e repolho orgânico assado (havia uma opção de “guisado” vegano que parecia muito gostoso), que, diga-se de passagem, estavam uma delícia! O suco também estava muito bom.

Parte 2: Os quentes.
Parte 2: Os quentes e o suco verde. (Sim, a gente sujou todo o prato se servindo 😀 )

Por fim, descemos as escadas do restaurante, que agora já se encontrava cheio a ponto de termos dificuldade para passar a fila do buffet e alcançarmos o caixa. Ao chegarmos lá, vimos que existem vários produtos a venda, entre veganos e não-veganos.

O Ojas já bem cheio :)
O Ojas já bem cheio :)

Nossa experiência no Ojas foi bem bacana, o buffet tem um número bom de opções e a comida é bem preparada, bem como os sucos, e é uma boa opção para as pessoas que trabalham ou moram na região. O que nos atrapalhou um pouco foi essa questão da incerteza sobre quais os pratos tinham ou não produtos de origem animal. A gente entende que no dia-a-dia isso é uma tarefa “chatinha” de se fazer, mas para os veganos (assim como para os intolerantes a lactose ou celíacos) é algo que muda toda a experiência com a empresa. Então, fica a nossa dica do que melhorar 😉

O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.
O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.

Ah, ficamos sabendo também que nas segundas-feiras o cardápio é TODO vegano. Eles também abrem para café durante a manhã e a tarde. Assim, em breve devemos voltar lá para descobrir se há opções para a gente nesses horários.

Nota: ***

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Almoço vegano na Petiskeira?

É claro que a gente faz parte de vários grupos veganos em várias redes sociais diferentes e em um desses grupos lemos que a Petiskeira do Shopping Moinhos de Vento teria uma opção vegana em seu cardápio. Aquilo ficou na nossa cabeça e então finalmente resolvemos descobrir se era verdade. Para não perder a viagem, telefonamos para o local e descobrimos que a opção existia mesmo, o tal bife veggie, que vem em duas versões: uma empanada (vegetariana) e uma grelhada (vegana). O que nos surpreendeu mais do que haver essa opção é que a atendente no telefone sabia exatamente a diferença entre vegetariano e vegano.

Bem, era um dia com o clima instável, típico de Porto Alegre, onde de manhã saímos de casa com 9ºC e ao meio dia os termômetros já marcam 26ºC, mas mesmo assim resolvemos caminhar até o local, aproveitar o sol que ocasionalmente dava o ar de sua graça.

Veganista chegando no Shopping Moinhos.
Equipe Veganista chegando no Shopping Moinhos.

Ao entrarmos no local rumamos diretamente para o segundo andar, a praça de alimentação. Nos aproximamos da loja da Petiskeira e resolvemos perguntar novamente para a atendente sobre a opção vegana, talvez tivéssemos dado sorte com quem havia nos atendido da primeira vez, ainda ao telefone. No entanto, o discurso foi exatamente o mesmo, ela sabia que o prato vegano era o grelhado, pois o empanado continha ovo.

A opção vegana do cardápio.
A opção vegana do cardápio.

Prontamente recebemos o cardápio ao entrar na loja, mas havia apenas uma opção para a gente ali, então fizemos nossa escolha imediatamente. Não demorou muito para que nosso almoço chegasse, composto de um bife vegetal (a base de grão de bico segundo o pessoal do restaurante) com molho vermelho levemente picante por cima, arroz integral, vagem, cenoura e um (UM!) brócolis ao vapor.

E aí, o que acharam?
E aí, o que acharam?

Ainda que não tenha nada a ver com veganismo, na hora de pagar descobrimos algo muito legal. A Petiskeira tem um aplicativo, onde você pode, entre outras coisas, pagar a sua conta sem sair da mesa. Basta pedir para a atendente o PIN do seu pedido, digitar no aplicativo e colocar os dados do seu cartão. A gente usou e funcionou direitinho.

Bem, nossa experiência com a Petiskeira foi regular. Ficamos muito felizes de descobrir que eles se preocuparam em oferecer uma opção de refeição vegana em seu cardápio e, ainda por cima, em pesquisar e treinar os funcionários para repassar as informações corretas sobre essa opção. No entanto, o prato era muito simples e era a única opção (por exemplo, não havia outro prato ou alguma sobremesa). Entendemos que é assim que se começa, mas seria difícil para um vegano que trabalha naquela região almoçar mais do que uma vez por semana no restaurante. Atualmente o colocaríamos como uma opção rápida para matar a fome.

Da próxima vez a gente vai pedalando ;)
Da próxima vez a gente vai pedalando ;)

Nota: **

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PS: O pessoal da Petiskeira entrou em contato com a gente e nos informou que este prato está disponível em todas as suas lojas 😀

Matando a fome na Cidade Baixa

Dessa vez resolvemos visitar um lugar pouco procurado pelos veganos, o restaurante Temperandus Restaurante Natural, na Avenida Venâncio Aires, 68.

O restaurante trabalha somente no almoço, oferecendo um vasto buffet com várias opções veganas e não-veganas. Ao entrar no local a primeira pergunta feita foi: “Vocês utilizam carne, bacon, caldo de carne, algum outro produto de origem animal, no feijão?” e, para nossa felicidade, a resposta foi certeira: “Não!”. Ou seja, com um vasto buffet de saladas, arroz e feijão, seríamos capazes de ter um almoço completo em relação a nutrientes. No entanto, para nossa tristeza, realmente era só isso que o restaurante tinha a oferecer, as demais opções continham queijo, carne e outros produtos de origem animal.

Além disso, estava incluído no valor de R$20,00 do buffet quatro opções de suco: laranja, mix de frutas, limão e uva. Provamos o mix de frutas, apesar de o suco parecer natural era bem sem gosto, já os demais sucos não pareciam ser naturais ainda que a gente não tenha provado. Havia frutas como opção de sobremesa, já que na mesa de sobremesas abundavam os produtos de origem animal. Na saída o cafezinho também era cortesia, mas extremamente amargo e com gosto de queimado.

Nossa impressão geral sobre o local é de que vale a pena usar como um quebra-galho para o almoço, ali um vegano pode não morrer de fome, mas certamente não terá uma refeição memorável.

Nota: **

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Uma noite de comida árabe

Nosso primeiro post traz um clássico de Porto Alegre, o Restaurante Al Nur. Hoje em dia o Al Nur já possui uma série de filiais em shoppings e na zona sul, mas a gente visitou a loja mais antiga na esquina da avenida Protásio Alves com a rua Dona Leonor.

Todo vegano sabe que a culinária árabe é altamente receptiva aos ideais veganos, com várias opções de pratos que podemos degustar tranquilamente e não é diferente com o cardápio do Al Nur. Nessa foto mostramos quatro das opções veganas: o pão árabe, (da esquerda para a direita) hommus (pasta de grão de bico), mjadra (arroz com lentilha e cebola) e falafel (bolinho de vegetais).

Uma outra opção vegana que gostamos muito no cardápio do Al Nur é a berinjela em conserva de azeite de oliva, temperos e amendoim e a esfiha de zaatar.

Nota: ****

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