Agradável surpresa no Bourbon Country

Hoje a gente vai compartilhar uma opção vegana que descobrimos por acaso. Na semana passada, fomos ao shopping Bourbon Country para um show e aproveitamos para passar na Livraria Cultura e buscar uns livros que havíamos encomendado. Enquanto aguardávamos pelo show tivemos a grande ideia: “Que tal tomarmos um café?”. Aproveitamos que nos encontrávamos dentro da livraria e fomos tentar encontrar alguma opção vegana no cardápio. Nada. Simplesmente nada sem produtos de origem animal (fora o café, obviamente).

O Petites Délices.
O Petites Délices.

Bem, foi aí que decidimos tentar nossa sorte no Petites Délices, cafeteria que fica ao lado da entrada principal da Cultura. Sentamos já um pouco desanimados, entendendo que teríamos apenas o café disponível para a gente. Foi aí que veio a surpresa, quando questionamos o garçom: “Vocês têm alguma opção vegana no cardápio?”. “Sim”, respondeu o garçom, abrindo o cardápio na página correta onde se lia “Sanduíche vegano”. O primeiro pensamento que veio em nossa cabeça foi “não só tem opção vegana como também está no menu?!”. Grata surpresa.

Mãe, estamos no cardápio! :D
Mãe, estamos no cardápio! :D

Questionamos sobre quais eram os ingredientes do tal sanduíche, “pasta de berinjela, rúcula e tomates secos”, nos respondeu o atendente. Nada mal. Decidimos então experimetá-lo junto a um expresso e uma água com gás e ficamos ali conversando e analisando o movimento das pessoas nos corredores do shopping em horário de pico.

Não demorou muito para que nosso pedido chegasse, trazendo um sanduíche de tamanho generoso em relação ao qual estávamos extremamente curiosos. A apresentação estava bem bonita, o que nos chamou mais ainda a atenção. No entanto, o sanduíche ficou um pouco abaixo do que esperávamos. Talvez a felicidade de encontrar uma opção vegana inesperada tenha elevado demais nossa expectativa. Não é que o sanduíche estivesse ruim, ele estava bom, mas poderia estar melhor, mais recheado ou com mais ingredientes.

Porque aqui a gente não sabe comer pouco.
Porque aqui a gente não sabe comer pouco.

Sabemos que é difícil encontrar opções veganas em lugares não especializados e por isso a iniciativa do pessoal do Petites Délices deve ser muito exaltada! Ficamos imensamente contentes de saber que eles pensaram na gente. Ainda assim acreditamos que a opção disponível poderia ser melhorada e/ou diversificada. Estamos cientes que esse é um processo e somos gratos por ele já ter se iniciado no Petites Délices. Entendemos que a filial do shopping Bourbon Country é uma boa opção para tomar um café e comer algo salgado (visto que não há opções de doces veganos).

Nota: **

Fica aí a dica do Veganista!
Quer sugerir um lugar pra gente visitar? Envie um e-mail para falecom@veganista.online 😉

Buffet vegetariano tem opções veganas?

Esses dias a gente estava resolvendo algumas coisas para a(o) Veganista e uma das pessoas que conversava com a gente questionou: “Vocês já foram naquele restaurante vegetariano?”, apontando para o outro lado da Avenida Independência em que nos encontrávamos. Da lá pudemos ver o letreiro do Ojas e desde então ele figurava na nossa lista de próximas visitas.

Decidimos conhecer o restaurante, que, como mencionado, fica na Avenida Independência 646. Como de praxe, antes de nos deslocarmos para o local, ligamos para saber se eles ofereciam opções veganas no cardápio e qual era o sistema de funcionamento do restaurante. Descobrimos que eles funcionam no sistema de buffet, mas, apesar de a moça que nos atendeu saber que havia pratos veganos no cardápio, as informações passadas foram um pouco confusas. Ela, no entanto, nos garantiu que nas plaquinhas indicativas do buffet estavam indicados quais opções eram de fato veganas.

Bem-vindo ao Ojas!
Bem-vindo ao Ojas!

Sendo assim, fomos lá conferir quais opções de fato teríamos para o nosso almoço. Chegamos por volta das 12h15, então o restaurante ainda não se encontrava cheio, ainda que os lugares disponíveis naquele momento fossem apenas no segundo andar. Assim que entramos no local perguntamos a uma atendente como saber quais opções eram veganas. A resposta dela nos deixou um pouco receosos: “o que estiver escrito sem lactose, é vegano”. Mas e o ovo? E o mel? A atendente disse que poderíamos perguntar caso houvesse dúvidas, mas o local começava a encher e seria inviável que ela nos acompanhasse em todo o processo de nos servirmos.

O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.
O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.

Mas, como não somos veganos de primeira viagem, fomos nos servir, sabedores de que na pior das hipóteses há coisas que são notoriamente veganas. Primeiro nos servimos de salada, o que é a parte fácil, afinal acabam sendo o porto-seguro dos buffets em muitas das vezes. Subimos para nossa mesa no segundo andar, onde fomos atendidos e optamos por tomar um suco verde.

Veganista em ação! :D
Veganista em ação! :D
Parte 1: As saladas.
Parte 1: As saladas.

Quando descemos novamente para nos servir dos pratos quentes, o restaurante já se encontrava mais cheio. Chegando na parte quente do buffet, notamos que as plaquinhas deste eram bem confusas, uma vez que algumas não diziam nada, algumas diziam que eram pratos veganos, algumas que continham lactose. Não existia um padrão, o que gerou um pouco de insegurança na gente. Acabamos nos servindo apenas de arroz, feijão e repolho orgânico assado (havia uma opção de “guisado” vegano que parecia muito gostoso), que, diga-se de passagem, estavam uma delícia! O suco também estava muito bom.

Parte 2: Os quentes.
Parte 2: Os quentes e o suco verde. (Sim, a gente sujou todo o prato se servindo 😀 )

Por fim, descemos as escadas do restaurante, que agora já se encontrava cheio a ponto de termos dificuldade para passar a fila do buffet e alcançarmos o caixa. Ao chegarmos lá, vimos que existem vários produtos a venda, entre veganos e não-veganos.

O Ojas já bem cheio :)
O Ojas já bem cheio :)

Nossa experiência no Ojas foi bem bacana, o buffet tem um número bom de opções e a comida é bem preparada, bem como os sucos, e é uma boa opção para as pessoas que trabalham ou moram na região. O que nos atrapalhou um pouco foi essa questão da incerteza sobre quais os pratos tinham ou não produtos de origem animal. A gente entende que no dia-a-dia isso é uma tarefa “chatinha” de se fazer, mas para os veganos (assim como para os intolerantes a lactose ou celíacos) é algo que muda toda a experiência com a empresa. Então, fica a nossa dica do que melhorar 😉

O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.
O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.

Ah, ficamos sabendo também que nas segundas-feiras o cardápio é TODO vegano. Eles também abrem para café durante a manhã e a tarde. Assim, em breve devemos voltar lá para descobrir se há opções para a gente nesses horários.

Nota: ***

Fica aí a dica do Veganista!
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Recebemos a dica: Donna Laura doces e salgados

Na semana passada a gente recebeu uma dica pelo nosso Facebook: “Vocês já conhecem o Donna Laura, na Cidade Baixa?”. O restaurante estava sim na nossa lista de próximas visitas, mas imediatamente foi colocado em primeiro lugar, afinal o apelo popular tem que ser atendido, não é mesmo? 😀

O Donna Laura fica na Coronel Fernando Machado, 1164, endereço para o qual nos deslocamos em um belo dia de sol e frio em Porto alegre. Após atravessar a Loureiro da Silva, logo encontramos o local, lá demos de cara com um aviso que fez nosso coração palpitar de felicidade. Em um pequeno quadro de giz havia o cardápio do dia abaixo do título: “Almoço Vegano (assim mesmo, sublinhado) de segunda à sábado”. Aquele sentimento de alívio por poder almoçar sem preocupações, brotou.

O ambiente do Donna Laura.
O ambiente do Donna Laura.

Imediatamente entramos no local e nos dirigimos ao caixa para pedir informações de como era o sistema do restaurante. A atendente, de forma muito simpática, nos explicou que havia um buffet de saladas logo na entrada onde poderíamos nos servir. Além disso, havia o prato do dia, que, aquele dia, era composto de risoto de moranga, lentilha, berinjela empanada e um pãozinho da casa. E tudo poderia ser repetido quantas vezes desejássemos.

Vai uma saladinha? :)
Vai uma saladinha? :)

Sem pensar duas vezes, fomos nos servir de salada. Assim que terminamos de nos servir, foi entregue o nosso prato do dia, bem rapidinho! Fomos então encontrar um lugar para sentar. Como o local é relativamente pequeno, poucas mesas estão disponíveis, então a gente pode ter que sentar junto com desconhecidos, o que achamos muito bacana, afinal é uma oportunidade de conhecer outras pessoas né? Nos sentamos na mesa maior, que tem quatro lugares de cada lado.

O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.
O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.

A comida estava gostosa. Havia uma salada com feijão fradinho e vinagrete que estava muito boa, a berinjela empanada nos deu vontade de repetir e o pãozinho para comer junto com a lentilha formava a combinação perfeita. Esses foram os nossos prediletos aquele dia.

Mas, a nossa experiência no Donna Laura ainda não tinha chegado ao fim. Havia uma vasta opção de sobremesas “nos chamando”! Depois de muito analisar as várias opções a disposição ali, decidimos por um bolo de chocolate com ganache (sim, somos loucos por chocolate). As sobremesas não são todas veganas, então se ficar na dúvida, pergunte, o pessoal do restaurante sabe direitinho o que é e o que não é.

Pagamos a conta e decidimos aproveitar o nosso doce caminhando no sol, afinal é sempre importante sintetizar vitamina D. Mas ao dar a primeira colherada na sobremesa, tivemos vontade de voltar no restaurante e pagar de novo, por que era muuuuuuuuito boa. E de um tamanho generoso, ou seja, saímos da Cidade Baixa rolando aquele dia!

Equipe do Veganista de dieta :D
Equipe do Veganista de dieta :D

No nossa opinião, o Donna Laura doces e salgados é uma ótima pedida para qualquer pessoa, vegana ou não. O cardápio é modificado diariamente, o que faz com que ele seja uma opção frequente para o almoço das pessoas que trabalham ou moram na região, bem como para um café da manhã ou tarde.

Os horários de funcionamento.
Os horários de funcionamento e a Frida.

Nota: ****

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Olé paella vegana! Olé!

Fazendo a nossa busca por opções veganas em Porto Alegre, a gente recebeu a dica de que o Tablado Andaluz servia uma paella vegetariana. Já havíamos visitado o tablado há muitos anos, quando ele ainda funcionava na Avenida Oswaldo Aranha, mas não tínhamos recordação da tal paella. Muito interessados resolvemos ligar para o local pra ver se eles conseguiriam fazer uma versão vegana desse prato. Para a nossa surpresa, após explicarmos o que era vegano, descobrimos que a paella vegetariana é, na verdade, uma paella vegana. Sem titubear reservamos os nossos lugares para aquela mesma noite.

Para os que não conhecem, o Tablado Andaluz é um local que traz ao público a cultura do flamenco. De acordo com o site do tablado: “Os “Tablaos” como ficaram conhecidos, eram bares descendentes dos Cafés Cantantes que existiam no inicio do seculo passado por toda Europa e foram importantes no surgimento do flamenco e na consolidação de sua classe artística. As noites nos “Tablaos” eram a fusão perfeita entre arte flamenca, gastronomia e boemia. O Tablado Andaluz de Porto Alegre é único “Tablao” no Brasil.”. Está situado na Avenida Venâncio Aires, 556.

Para podermos aproveitar bastante o local chegamos cedo, ainda que fosse uma noite com tempo ruim. Logo que entramos fomos recepcionados pelos atendentes do local que nos levaram até a nossa mesa. A menina que nos atendia explicou como funcionava o sistema da casa: entrada, buffet de saladas e paella. Explicamos novamente a questão do veganismo para ela e ela garantiu que a paella era vegana. Apenas nos disse para não comer a tortilla que vinha com a entrada, pois continha ovos.

O clima do tablado.
O clima do tablado.

Como chegamos cedo, a comida ainda estava sendo preparada e o buffet de saladas montado. Pensamos: “Quando em Roma, faça como os romanos” e decidimos pedir uma jarra de sangria. Não demorou muito para que ela fosse trazida até a nossa mesa e que pudéssemos saboreá-la. Aproveitamos a típica bebida espanhola, que estava muito gostosa, mais seca do que doce como é da nossa preferência. Logo nos foi servido também a entrada, uma porção com azeitonas, caponata de berinjela, pimentão vermelho em conserva e pãezinhos. Estava tão gostosa que pedimos uma segunda leva!

A sangria e a entrada.
A sangria e a entrada.

Por volta das 21h00 as paellas e o buffet começaram a ser servidos. Como nós estávamos morrendo de fome, levantamos rapidamente e fomos nos servir. Havia várias opções de saladas, mas como estávamos lá para saborear a paella vegana, acabamos pulando as mais básicas e provando apenas as mais elaboradas, dentre essas fica o destaque para a salada de laranja com cebola. Um mistura estranha a primeira vista, mas deliciosa.

O buffet de saladas era bastante variado!
O buffet de saladas era bastante variado!

Por fim, nos servimos da tão aguardada paella. O aspecto não deixava nada a desejar para as outras paellas servidas ali. Ao invés dos frutos do mar ou das carnes, vegetais variados compunham os ingredientes, tais como ervilha, grão de bico, cenoura, pimentões, etc. A comida estava muito gostosa e bem preparada. Como não havia nenhum elemento que fosse do mar, a paella vegana era muito parecida com um risoto de vegetais com o arroz amarelo por causa do açafrão. Um truque muito comum nas adaptações veganas de pratos com frutos do mar é a utilização da alga nori (ou alguma outra), pois ela imprime no prato aquele “gostinho de mar”. Mas esse é um pequeno detalhe, adoramos a comida!

O primeiro show: paella vegana.
O primeiro show: paella vegana.

Para fechar com chave de ouro, após o jantar há uma apresentação de flamenco. Na noite em que fomos visitar a casa, havia duas bailaoras (bailarinas flamencas), um cantante/cajonista (cantor que tocava cajon) e um violonista. A qualidade dos músicos e das dançarinas é de cair o queixo, realmente uma experiência cultural riquíssima.

O segundo show: flamenco.
O segundo show: flamenco.

Bem, não é por acaso que funciona também no local uma escola de dança flamenca. Caso você se interesse, é só entrar no site para saber mais informações.

Nota: ****

Fica aí a dica do Veganista!
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Almoço vegano na Petiskeira?

É claro que a gente faz parte de vários grupos veganos em várias redes sociais diferentes e em um desses grupos lemos que a Petiskeira do Shopping Moinhos de Vento teria uma opção vegana em seu cardápio. Aquilo ficou na nossa cabeça e então finalmente resolvemos descobrir se era verdade. Para não perder a viagem, telefonamos para o local e descobrimos que a opção existia mesmo, o tal bife veggie, que vem em duas versões: uma empanada (vegetariana) e uma grelhada (vegana). O que nos surpreendeu mais do que haver essa opção é que a atendente no telefone sabia exatamente a diferença entre vegetariano e vegano.

Bem, era um dia com o clima instável, típico de Porto Alegre, onde de manhã saímos de casa com 9ºC e ao meio dia os termômetros já marcam 26ºC, mas mesmo assim resolvemos caminhar até o local, aproveitar o sol que ocasionalmente dava o ar de sua graça.

Veganista chegando no Shopping Moinhos.
Equipe Veganista chegando no Shopping Moinhos.

Ao entrarmos no local rumamos diretamente para o segundo andar, a praça de alimentação. Nos aproximamos da loja da Petiskeira e resolvemos perguntar novamente para a atendente sobre a opção vegana, talvez tivéssemos dado sorte com quem havia nos atendido da primeira vez, ainda ao telefone. No entanto, o discurso foi exatamente o mesmo, ela sabia que o prato vegano era o grelhado, pois o empanado continha ovo.

A opção vegana do cardápio.
A opção vegana do cardápio.

Prontamente recebemos o cardápio ao entrar na loja, mas havia apenas uma opção para a gente ali, então fizemos nossa escolha imediatamente. Não demorou muito para que nosso almoço chegasse, composto de um bife vegetal (a base de grão de bico segundo o pessoal do restaurante) com molho vermelho levemente picante por cima, arroz integral, vagem, cenoura e um (UM!) brócolis ao vapor.

E aí, o que acharam?
E aí, o que acharam?

Ainda que não tenha nada a ver com veganismo, na hora de pagar descobrimos algo muito legal. A Petiskeira tem um aplicativo, onde você pode, entre outras coisas, pagar a sua conta sem sair da mesa. Basta pedir para a atendente o PIN do seu pedido, digitar no aplicativo e colocar os dados do seu cartão. A gente usou e funcionou direitinho.

Bem, nossa experiência com a Petiskeira foi regular. Ficamos muito felizes de descobrir que eles se preocuparam em oferecer uma opção de refeição vegana em seu cardápio e, ainda por cima, em pesquisar e treinar os funcionários para repassar as informações corretas sobre essa opção. No entanto, o prato era muito simples e era a única opção (por exemplo, não havia outro prato ou alguma sobremesa). Entendemos que é assim que se começa, mas seria difícil para um vegano que trabalha naquela região almoçar mais do que uma vez por semana no restaurante. Atualmente o colocaríamos como uma opção rápida para matar a fome.

Da próxima vez a gente vai pedalando ;)
Da próxima vez a gente vai pedalando ;)

Nota: **

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PS: O pessoal da Petiskeira entrou em contato com a gente e nos informou que este prato está disponível em todas as suas lojas 😀

O delicioso La Rouge

Em um dia de semana nublado resolvemos ir visitar o La Rouge, bistrô completamente vegano que oferece aos seus clientes uma “Culinária ética, criativa, orgânica, saudável, sofisticada e deliciosa.”, conforme afirma a página do restaurante. Funcionando de segunda-feira aos sábados ao meio-dia e nas quintas-feiras  no turno da noite, o La Rouge prepara as delícias de seu cardápio a la carte na Avenida Mariland, 1587.

Conhecendo o cardápio do lugar e sabendo que apenas um prato não daria a dimensão da qualidade da comida servida lá resolvemos convidar um casal de amigos para nos acompanhar. Chegamos por volta das 12h45 e fomos recebidos com a cordialidade que é característica do local, decidimos pegar uma mesa no segundo andar do pequeno bistrô. Sentamos e calmamente escolhemos nossos pratos. Como a gente do Veganista já conhecia o cardápio “normal” do La Rouge, decidimos pedir o prato especial do dia que para nós era novidade. “Camadas de polenta de milho crioulo intercaladas com molho defumado de castanhas e espinafre, cogumelos paris salteados e pesto rosso”, vai dizer que não parece uma boa pedida? hehehe

O famoso cardápio do La Rouge.
O famoso cardápio do La Rouge.

A Nati e o Guilherme aceitaram nossas dicas para escolher os pratos. Ela decidiu pelo Tagliatelle com almondegas de noz-pecã ao molho rouge com suco de uva orgânica e ele pelo Spaghetti da horta (feito de abobrinha e cenoura) com suco de bergamota orgânica. Dois dos nossos pratos prediletos do La Rouge.

Enquanto esperávamos nossos pratos ficamos conversando, aproveitando a calma e a trilha sonora gostosa do lugar. Aliás, essa é uma característica do La Rouge, não é um lugar pra ser ir com pressa, mas sim com tranquilidade para aproveitar o clima, o lugar, as companhias e a comida preparada com tanta dedicação, cuidado e carinho.

Acabamos sendo os primeiros a comer, porque o especial do dia incluía uma entrada que chegou junto com as bebidas. Era um mix de folhas da estação, bulbo de erva-doce grelhado, cenoura baby assada, avocado e rabanete com molho de biomassa de banana verde!

O mix de folhas. A fome era tão grande que a gente deu uma garfada antes de tirar a foto.
O mix de folhas. A fome era tão grande que a gente deu uma garfada antes de tirar a foto.

Não demorou muito para que os pratos principais chegassem e se fizesse aquele silêncio na mesa que deve ser o maior dos elogios para um chef de cozinha, todos os outros sentidos ficaram em segundo plano enquanto degustávamos as maravilhas preparadas pelo pessoal do La Rouge.

Polentas em camada e água com gás.
Veganista: Polentas em camada e água com gás.
Guilherme: Spaghetti da horta com suco de bergamota.
Guilherme: Spaghetti da horta com suco de bergamota.
Nati: Tagliatelle com almondegas ao molho rouge com suco de uva.
Nati: Tagliatelle com almondegas ao molho rouge com suco de uva.

Ainda que uma imagem valha por mil palavras a gente vai dizer, o almoço estava sensacional! A qualidade e o cuidado com todo o processo na preparação dos pratos é impressionante fazendo com que a comida do La Rouge certamente esteja entre nossas preferidas na cidade.

Nota: *****

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Te gusta un burrito vegano?

Chegou aos nossos ouvidos que o pessoal do Oak’s tinha lançado um novo sabor de burrito, o Vegan Chili. Isso mesmo, o pessoal se preocupou em colocar uma opção de chili de proteína de soja entre os recheios disponíveis! Pra quem não conhece, o Oak’s fica na Rua Félix da Cunha, 1215, pertinho do shopping Moinhos de Vento. Lá eles servem algumas opções de comidas mexicanas, como burritos, tacos e nachos, em um formato em que o cliente escolhe o que quer como recheio do seu pedido (parecido com o Subway, sabe?).

Opções para rechear o seu burrito no Oak's.
Opções para rechear o seu burrito no Oak’s.

Ao nos aproximarmos do balcão perguntamos ao atendente: “Vocês têm alguma opção vegana”, ao que ele prontamente respondeu “Sim! O de chili de soja”. Só de o atendente não olhar com uma cara estranha ao ouvir a palavra “vegana” o estabelecimento já ganha pontos com a gente.

Como não sabíamos o tamanho do burrito e a fome era considerável, resolvemos optar por um médio. Recheamos com arroz, feijão, chili de proteína de soja, molho levemente picante, pico de galo, alface e guacamole. Nesse momento pensamos, “será que ele vai conseguir fechar o burrito?”.

Será que fecha?
Será que fecha?

Ainda bem que o atendente sabia o que estava fazendo e conseguiu fazer com que coubessem todos os ingredientes que escolhemos dentro do nosso pedido.

O burrito ficou esturricado :D
O burrito ficou esturricado :D
Mas é claro que a gente deu um jeito de comer tudo!
Mas é claro que a gente deu um jeito de comer tudo!

Essa versão da comida mexicana trazida pelo Oak’s fica bem gostosa, especialmente para quem está procurando um lanche ou almoço rápido. Talvez as pessoas que não estejam muito acostumadas com a culinária deste país possam estranhar um pouco misturar arroz, feijão, abacate, etc. em um “sanduíche” com alguns elementos quentes e outros frios. É uma questão de gosto, a gente aprovou!

A decoração do restaurante é bem moderna, utilizando muitos elementos da cultura californiana.

Área de atendimento do Oak's.
Área de atendimento do Oak’s.
Decoração com elementos da Califórnia.
Decoração com elementos da Califórnia.

A gente sabia que as opções do Oak’s já poderiam ser utilizadas para montar uma opção vegana, mas ter a preocupação de adicionar um recheio proteico pensando nos veganos foi o que nos motivou a visitar o local. Valeu pessoal e parabéns pela iniciativa!

Nota: ***

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Um café natural

Dessa vez a gente foi dar um conferes no VIDAL mercearia + café que fica na Mata Bacelar, 52. Pra quem não conhece a rua (a gente não conhecia 😀), ela fica pra trás da 24 de Outubro, pertinho da Nova York.

Visitamos o local no final de semana e ao chegar descobrimos que estava acontecendo uma feirinha com música ao vivo, complementando de forma bem interessante a experiência que tivemos.

O café, que diga-se de passagem é muito aconchegante, fica nos fundos do imóvel, criando uma atmosfera receptiva que nos fez ficar mais tempo conversando e apreciando o local do que o que tínhamos programado. Além disso, o Vidal tem como foco oferecer produtos que utilizam insumos orgânicos, sem conservantes, sem corantes, etc.

Ficamos muito felizes de receber uma resposta clara para a pergunta “tem alguma opção vegana?”. A moça do caixa imediatamente nos ofereceu as duas opções que a casa tinha (podia ter mais né?), dentre as quais escolhemos o muffin de banana com cacau acompanhado de um expresso duplo.

Nossa experiência lá foi bem bacana, mas não é um lugar com muitas opções veganas. Atendeu a nossa demanda por um doce com café, mas não sei se teríamos conseguido satisfazer uma fome maior.

Nota: ***

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Sabe o que é um “Bici Café”?

Hoje nosso post é sobre a VULP, que fica a Bento Figueiredo, 78, um lugar inspirado pela cultura urbana da bicicleta, mas onde “todos(as) são bem-vindos(as), pedalando ou não”. Apesar de termos ido para o almoço, o local fica aberto de manhã e à tarde funcionando também como café e com muitas opções veganas!

Visitamos a VULP num dia frio e chegamos cedo, por volta das 11:30. Como o almoço passa a ser servido a partir das 12:00 tivemos um tempo para dar uma olhada na bela casa onde o café/restaurante se situa, apreciar a decoração sentados ao lado da lareira que aquecia o ambiente principal.

Uma curiosidade, este dia era dia de “Almoço sem preço com Alan Chaves” (pra quem não conhece, o Alan Chaves é um chef/cozinheiro bem conhecido por realizar essas iniciativas), ou seja, o almoço não tem preço fixado, cada um paga o que achar justo e o que puder pela refeição. De acordo com o material explicativo que se encontrava nas mesas: “A proposta do sem preço é estimular a reflexão e consolidar as nossas relações em processos de generosidade, co-responsabilidade, desapego e proporcionar equilíbrio possibilitando o acesso do maior número de pessoas possível”. Legal, né?

Bem, passando um pouquinho das 12:00 nosso prato foi servido, já que fomos os primeiros a entrar fomos os primeiros a receber, fato que nos gerou grande satisfação porque o cheirinho da comida sendo preparada estava nos matando! O generoso almoço contava com feijão branco com abóbora e tofu defumado, arroz com brócolis, batata ao murro e salada de couve com molho de alho. Também estavam inclusos um copo de chá mate com maracujá e paçoquinha de sobremesa.

A porção era realmente muito generosa e conseguimos terminar toda a refeição porque a fome estava do mesmo tamanho do prato e porque a comida estava muito gostosa!

PS: A VULP não aceita nenhum tipo de cartão, apenas dinheiro.

Nota: ****

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Seja bem-vindo!
Seja bem-vindo!
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Relance da decoração.
Relance da decoração.
O que viemos buscar: O ALMOÇO!
O que viemos buscar: O ALMOÇO!

 

 

 

Um café bem reforçado

Dessa vez fomos visitar um local com muitas opções veganas!

No coração do Moinhos de Vento está o Hilário Pasta & Café, situado na Hilário Ribeiro, 328, onde decidimos parar e tomar café da manhã para esquentar aquele dia frio. Por conta do clima não foi possível utilizar a área externa que tem um belo deck onde é possível observar o movimento de uma das principais ruas da bem conhecida “calçada da fama”.

Ao entrar no local fomos recebidos pela dona do café que prontamente nos mostrou todas as opções veganas disponíveis. Quase não acreditei ao ouvir a palavra “croissant”. Oi? Croissant vegano? SIM! Não tivemos dúvidas, pedimos um recheado com queijo vegano e proteína de soja. Para acompanhar um capuccino de leite de coco.

Quando o pedido chegou e dei a primeira mordida no croissant eu quase não podia acreditar, era realmente delicioso, na realidade não havia nenhuma diferença para o croissant “tradicional”, sequinho, crocante e quentinho, perfeito para aquela manhã fria. O capuccino estava bom e ainda ganhamos uns biscoitinhos veganos muito gostosos para acompanhar. Foi um café da manhã e tanto!

O Hilário Pasta & Café também serve almoço ao meio dia, mas dessa vez não foi possível provarmos. Quem sabe numa próxima visita né?

Nota: ****

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Capuccino com leite de coco e biscoitinhos.
Capuccino com leite de coco e biscoitinhos.
Croissant com queijo e proteína de soja, tudo vegano!
Croissant com queijo e proteína de soja, tudo vegano!