Contemporâneo com toque indiano e brasileiro em São Paulo

Por Graziela Machado*

Sempre que pesquisava sobre veganismo acabava caindo em algum blog, instagram de restaurante ou digital influencer vegano de São Paulo. Eu morei em São Paulo no segundo semestre de 2015, mas na época eu era ovolacto vegetariana e apesar de já estudar sobre veganismo, ainda não tinha despertado totalmente para esse estilo de vida.

Hoje, fevereiro de 2017, retornei a essa cidade que tanto gosto com outro pensamento, muito mais desperta para o veganismo e com muita vontade de conhecer todos os restaurantes 100% veganos ou que tenham opções veganas aqui em SP. Vamos lá?

Cheguei em SP na hora do almoço e já fui direto conhecer o Goshala. O restaurante é de cozinha ovolacto, natural (dão preferência para produtos orgânicos) e contemporânea com uma pegada Indiana. O local é pequeno e como cheguei por volta das 13:00 não tinha mesa vaga, mas como estava sozinha optei por um lugar no balcão mesmo.

O belo e cheio ambiente do Goshala.
O belo e cheio ambiente do Goshala.

A decoração é super bonita e cheia de cores vibrantes. Muitos objetos que lembram a cultura indiana, vários quadros coloridos espalhados pelas paredes do salão e uma área aberta nos fundos, onde tinha uma grande mesa redonda, plantas verdinhas e um lustre super colorido.

Decoração vibrante.
Decoração vibrante.

Voltando a atenção para o cardápio, lá funciona assim: eles possuem a opção de Menu do dia (R$ 34,00), com direito a saladinha de entrada, prato principal, sobremesa e suco. Me interessei bastante pelo menu, porém fui informada de que não daria para transformar em vegan, então escolhi uma dentre as três opções veganas do menu. Optei pela Moqueca de Caju (R$ 42,00), que é preparada com cubos de caju, palmito pupunha, cebola roxa, pimentões, alga hijiki, tomate, azeite de dendê e leite de coco.

Aguardando ansiosamente o nosso prato. :D
Aguardando ansiosamente o nosso prato. :D

Logo depois que pedi, recebi uma saladinha que era a entrada do menu do dia. Informei para o garçom que tinha pedido um prato do menu normal, mas ele insistiu que eu aceitasse, então perguntei se o molho era vegano (sempre ficamos preocupados, né?) e ele me disse que era feito apenas com suco de frutas e azeite de oliva (ufa!), então aceitei porque uma saladinha de entrada é sempre bom! 

Não demorou muito e chegou meu prato: bem servido e com um cheirinho maravilhoso. Sinceramente, me surpreendeu. Eu confesso que nunca tinha comido caju, até porque no sul não é muito comum, mas a moqueca estava deliciosa, bem equilibrada e super aromática. O caju é uma fruta bem farta, então os pedaços davam sustância ao prato. O molho estava muito gostoso e combinou muito bem com os outros ingredientes do prato. Adorei experimentar novos sabores!

Atacar!
Atacar!

Finalizei super satisfeita e pronta para prosseguir os passeios pela cidade cinza 😉

Nota: ***

Fica aí a dica do Veganista!
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*Graziela Machado é colaboradora do Veganista.online, idealizadora do projeto The Coffee Trip e curadora do Role Vegano.

Que pena Saúde no Copo…

Quando dá uma aumentada na temperatura em Porto Alegre a gente acaba se animando mais a sair de casa né? Pois então, recentemente tivemos alguns dias mais quentes na cidade e em uma dessas tardes/noites nos veio a ideia “vamos sair para comer uma salada de fruta?”. Após pensarmos por alguns minutos, não encontramos grandes dificuldades de lembrar do Saúde no Copo e então nos dirigimos para a loja da Nilo Peçanha na esquina com a Carazinho.

A loja do Saúde no Copo.
A loja do Saúde no Copo.

Chegamos lá cerca de 30 minutos antes do fechamento do local, ainda com bastante claridade na rua, devido ao horário de verão. A loja estava bastante movimentada, com cerca de 15 ou 20 clientes. Ainda que tenhamos ido apenas comer uma salada de fruta, avistamos um BAURU VEGANO no cardápio! A gente não podia deixar de experimentar, então mesmo que não estivéssemos com muita fome pedimos um bauru, além da salada de frutas é claro. Ah, é importante ressaltar que descobrimos que não há salada de frutas no cardápio, apenas um mix de frutas que pode ser pedido com um caldo de frutas por um valor adicional.

Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.
Opa! Demos de cara com um Bauru Vegano.

Fizemos o pedido no caixa e sentamos em nossa mesa, no canto do grande salão do restaurante. Pudemos notar que mesmo após o fechamento do local, muitas pessoas ainda tentaram entrar na loja. Depois de uma espera relativamente longa o nosso pedido chegou.

O Bauru Vegano.
O Bauru Vegano.

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Obviamente a primeira coisa que provamos foi o bauru, que estava muito bonito. Mas, na hora que mordemos… Que decepção. Ainda demos mais algumas mordidas antes de comentar alguma coisa entre nós, na esperança de que fosse apenas a primeira mordida que nos decepcionasse, mas não. O sanduíche não tinha gosto nenhum, sem sal, sem temperos, completamente insosso. Pode-se dizer que as principais qualidades do bauru eram o pão e o tamanho.

O Mix de Frutas.
O Mix de Frutas.

Da mesma forma, o mix de frutas com caldo não atendeu as nossas expectativas, as frutas não tinham muito gosto (sabemos que isso pode ser um problema de fornecimento) e o caldo de frutas era extremamente doce, semelhante ao caldo de uma compota.

Sabemos que o Saúde no Copo disponibiliza várias opções veganas em seu cardápio e ficamos muito tristes de fazer uma avaliação negativa do local. Talvez tenha sido algum erro na cozinha ou apenas aquelas opções em específico que não estavam boas e por isso voltaremos em breve para provar outras opções, pois acreditamos que essa tenha apenas sido uma experiência infeliz.

Nota: *

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Tele xis/bauru vegano

Uma dúvida bem comum que a gente tem, volta e meia, é: “Vamos sair para comer algo ou chamar alguma coisa?”. Semana passada optamos pela segunda opção, o que nos levou a uma segunda questão: “Quem tem tele-entrega de comida vegana em Porto Alegre?”. Pesquisando aqui e ali encontramos o pessoal do B Bauru, que possui algumas opções veganas no seu cardápio.

Preparar...
Preparar…

Fizemos o pedido por telefone, ainda que existam várias opções de aplicativos para celular onde o pessoal está cadastrado, como descobrimos depois. A entrega demorou um pouquinho para acontecer, mas acreditamos que mais porque era final de semana e que o nosso endereço é bastante distante da sede do B Bauru.

Apontar...
Apontar…

Optamos pelo “Xis Vegano Mussarela”, que era feito de hambúrguer de falafel (grão-de-bico temperado), queijo mussarela vegano, milho, ervilha, alface e tomate. Nosso pedido estava bastante gostoso, satisfazendo a vontade de uma refeição mais “junkie food” (quem nunca, né?). O tamanho do xis também era ótimo e terminamos de comê-lo completamente satisfeitos.

Atacar!
Atacar!

Acreditamos que o B Bauru ofereça boas opções veganas em tele-entrega para quem procura por um lanche em casa. Além de opções de xis vegano, eles também oferecem bauru, saladas e porções. Infelizmente não há nenhuma opção de sobremesa vegana.

Nota: ***

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Buffet vegetariano tem opções veganas?

Esses dias a gente estava resolvendo algumas coisas para a(o) Veganista e uma das pessoas que conversava com a gente questionou: “Vocês já foram naquele restaurante vegetariano?”, apontando para o outro lado da Avenida Independência em que nos encontrávamos. Da lá pudemos ver o letreiro do Ojas e desde então ele figurava na nossa lista de próximas visitas.

Decidimos conhecer o restaurante, que, como mencionado, fica na Avenida Independência 646. Como de praxe, antes de nos deslocarmos para o local, ligamos para saber se eles ofereciam opções veganas no cardápio e qual era o sistema de funcionamento do restaurante. Descobrimos que eles funcionam no sistema de buffet, mas, apesar de a moça que nos atendeu saber que havia pratos veganos no cardápio, as informações passadas foram um pouco confusas. Ela, no entanto, nos garantiu que nas plaquinhas indicativas do buffet estavam indicados quais opções eram de fato veganas.

Bem-vindo ao Ojas!
Bem-vindo ao Ojas!

Sendo assim, fomos lá conferir quais opções de fato teríamos para o nosso almoço. Chegamos por volta das 12h15, então o restaurante ainda não se encontrava cheio, ainda que os lugares disponíveis naquele momento fossem apenas no segundo andar. Assim que entramos no local perguntamos a uma atendente como saber quais opções eram veganas. A resposta dela nos deixou um pouco receosos: “o que estiver escrito sem lactose, é vegano”. Mas e o ovo? E o mel? A atendente disse que poderíamos perguntar caso houvesse dúvidas, mas o local começava a encher e seria inviável que ela nos acompanhasse em todo o processo de nos servirmos.

O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.
O espaço do segundo piso do Ojas, onde a gente almoçou.

Mas, como não somos veganos de primeira viagem, fomos nos servir, sabedores de que na pior das hipóteses há coisas que são notoriamente veganas. Primeiro nos servimos de salada, o que é a parte fácil, afinal acabam sendo o porto-seguro dos buffets em muitas das vezes. Subimos para nossa mesa no segundo andar, onde fomos atendidos e optamos por tomar um suco verde.

Veganista em ação! :D
Veganista em ação! :D
Parte 1: As saladas.
Parte 1: As saladas.

Quando descemos novamente para nos servir dos pratos quentes, o restaurante já se encontrava mais cheio. Chegando na parte quente do buffet, notamos que as plaquinhas deste eram bem confusas, uma vez que algumas não diziam nada, algumas diziam que eram pratos veganos, algumas que continham lactose. Não existia um padrão, o que gerou um pouco de insegurança na gente. Acabamos nos servindo apenas de arroz, feijão e repolho orgânico assado (havia uma opção de “guisado” vegano que parecia muito gostoso), que, diga-se de passagem, estavam uma delícia! O suco também estava muito bom.

Parte 2: Os quentes.
Parte 2: Os quentes e o suco verde. (Sim, a gente sujou todo o prato se servindo 😀 )

Por fim, descemos as escadas do restaurante, que agora já se encontrava cheio a ponto de termos dificuldade para passar a fila do buffet e alcançarmos o caixa. Ao chegarmos lá, vimos que existem vários produtos a venda, entre veganos e não-veganos.

O Ojas já bem cheio :)
O Ojas já bem cheio :)

Nossa experiência no Ojas foi bem bacana, o buffet tem um número bom de opções e a comida é bem preparada, bem como os sucos, e é uma boa opção para as pessoas que trabalham ou moram na região. O que nos atrapalhou um pouco foi essa questão da incerteza sobre quais os pratos tinham ou não produtos de origem animal. A gente entende que no dia-a-dia isso é uma tarefa “chatinha” de se fazer, mas para os veganos (assim como para os intolerantes a lactose ou celíacos) é algo que muda toda a experiência com a empresa. Então, fica a nossa dica do que melhorar 😉

O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.
O caixa ao fundo e os produtos do café. Esses a gente experimenta outro dia.

Ah, ficamos sabendo também que nas segundas-feiras o cardápio é TODO vegano. Eles também abrem para café durante a manhã e a tarde. Assim, em breve devemos voltar lá para descobrir se há opções para a gente nesses horários.

Nota: ***

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Recebemos a dica: Donna Laura doces e salgados

Na semana passada a gente recebeu uma dica pelo nosso Facebook: “Vocês já conhecem o Donna Laura, na Cidade Baixa?”. O restaurante estava sim na nossa lista de próximas visitas, mas imediatamente foi colocado em primeiro lugar, afinal o apelo popular tem que ser atendido, não é mesmo? 😀

O Donna Laura fica na Coronel Fernando Machado, 1164, endereço para o qual nos deslocamos em um belo dia de sol e frio em Porto alegre. Após atravessar a Loureiro da Silva, logo encontramos o local, lá demos de cara com um aviso que fez nosso coração palpitar de felicidade. Em um pequeno quadro de giz havia o cardápio do dia abaixo do título: “Almoço Vegano (assim mesmo, sublinhado) de segunda à sábado”. Aquele sentimento de alívio por poder almoçar sem preocupações, brotou.

O ambiente do Donna Laura.
O ambiente do Donna Laura.

Imediatamente entramos no local e nos dirigimos ao caixa para pedir informações de como era o sistema do restaurante. A atendente, de forma muito simpática, nos explicou que havia um buffet de saladas logo na entrada onde poderíamos nos servir. Além disso, havia o prato do dia, que, aquele dia, era composto de risoto de moranga, lentilha, berinjela empanada e um pãozinho da casa. E tudo poderia ser repetido quantas vezes desejássemos.

Vai uma saladinha? :)
Vai uma saladinha? :)

Sem pensar duas vezes, fomos nos servir de salada. Assim que terminamos de nos servir, foi entregue o nosso prato do dia, bem rapidinho! Fomos então encontrar um lugar para sentar. Como o local é relativamente pequeno, poucas mesas estão disponíveis, então a gente pode ter que sentar junto com desconhecidos, o que achamos muito bacana, afinal é uma oportunidade de conhecer outras pessoas né? Nos sentamos na mesa maior, que tem quatro lugares de cada lado.

O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.
O pessoal do Veganista, pra variar, com fome.

A comida estava gostosa. Havia uma salada com feijão fradinho e vinagrete que estava muito boa, a berinjela empanada nos deu vontade de repetir e o pãozinho para comer junto com a lentilha formava a combinação perfeita. Esses foram os nossos prediletos aquele dia.

Mas, a nossa experiência no Donna Laura ainda não tinha chegado ao fim. Havia uma vasta opção de sobremesas “nos chamando”! Depois de muito analisar as várias opções a disposição ali, decidimos por um bolo de chocolate com ganache (sim, somos loucos por chocolate). As sobremesas não são todas veganas, então se ficar na dúvida, pergunte, o pessoal do restaurante sabe direitinho o que é e o que não é.

Pagamos a conta e decidimos aproveitar o nosso doce caminhando no sol, afinal é sempre importante sintetizar vitamina D. Mas ao dar a primeira colherada na sobremesa, tivemos vontade de voltar no restaurante e pagar de novo, por que era muuuuuuuuito boa. E de um tamanho generoso, ou seja, saímos da Cidade Baixa rolando aquele dia!

Equipe do Veganista de dieta :D
Equipe do Veganista de dieta :D

No nossa opinião, o Donna Laura doces e salgados é uma ótima pedida para qualquer pessoa, vegana ou não. O cardápio é modificado diariamente, o que faz com que ele seja uma opção frequente para o almoço das pessoas que trabalham ou moram na região, bem como para um café da manhã ou tarde.

Os horários de funcionamento.
Os horários de funcionamento e a Frida.

Nota: ****

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Almoço vegano na Petiskeira?

É claro que a gente faz parte de vários grupos veganos em várias redes sociais diferentes e em um desses grupos lemos que a Petiskeira do Shopping Moinhos de Vento teria uma opção vegana em seu cardápio. Aquilo ficou na nossa cabeça e então finalmente resolvemos descobrir se era verdade. Para não perder a viagem, telefonamos para o local e descobrimos que a opção existia mesmo, o tal bife veggie, que vem em duas versões: uma empanada (vegetariana) e uma grelhada (vegana). O que nos surpreendeu mais do que haver essa opção é que a atendente no telefone sabia exatamente a diferença entre vegetariano e vegano.

Bem, era um dia com o clima instável, típico de Porto Alegre, onde de manhã saímos de casa com 9ºC e ao meio dia os termômetros já marcam 26ºC, mas mesmo assim resolvemos caminhar até o local, aproveitar o sol que ocasionalmente dava o ar de sua graça.

Veganista chegando no Shopping Moinhos.
Equipe Veganista chegando no Shopping Moinhos.

Ao entrarmos no local rumamos diretamente para o segundo andar, a praça de alimentação. Nos aproximamos da loja da Petiskeira e resolvemos perguntar novamente para a atendente sobre a opção vegana, talvez tivéssemos dado sorte com quem havia nos atendido da primeira vez, ainda ao telefone. No entanto, o discurso foi exatamente o mesmo, ela sabia que o prato vegano era o grelhado, pois o empanado continha ovo.

A opção vegana do cardápio.
A opção vegana do cardápio.

Prontamente recebemos o cardápio ao entrar na loja, mas havia apenas uma opção para a gente ali, então fizemos nossa escolha imediatamente. Não demorou muito para que nosso almoço chegasse, composto de um bife vegetal (a base de grão de bico segundo o pessoal do restaurante) com molho vermelho levemente picante por cima, arroz integral, vagem, cenoura e um (UM!) brócolis ao vapor.

E aí, o que acharam?
E aí, o que acharam?

Ainda que não tenha nada a ver com veganismo, na hora de pagar descobrimos algo muito legal. A Petiskeira tem um aplicativo, onde você pode, entre outras coisas, pagar a sua conta sem sair da mesa. Basta pedir para a atendente o PIN do seu pedido, digitar no aplicativo e colocar os dados do seu cartão. A gente usou e funcionou direitinho.

Bem, nossa experiência com a Petiskeira foi regular. Ficamos muito felizes de descobrir que eles se preocuparam em oferecer uma opção de refeição vegana em seu cardápio e, ainda por cima, em pesquisar e treinar os funcionários para repassar as informações corretas sobre essa opção. No entanto, o prato era muito simples e era a única opção (por exemplo, não havia outro prato ou alguma sobremesa). Entendemos que é assim que se começa, mas seria difícil para um vegano que trabalha naquela região almoçar mais do que uma vez por semana no restaurante. Atualmente o colocaríamos como uma opção rápida para matar a fome.

Da próxima vez a gente vai pedalando ;)
Da próxima vez a gente vai pedalando ;)

Nota: **

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PS: O pessoal da Petiskeira entrou em contato com a gente e nos informou que este prato está disponível em todas as suas lojas 😀

Te gusta un burrito vegano?

Chegou aos nossos ouvidos que o pessoal do Oak’s tinha lançado um novo sabor de burrito, o Vegan Chili. Isso mesmo, o pessoal se preocupou em colocar uma opção de chili de proteína de soja entre os recheios disponíveis! Pra quem não conhece, o Oak’s fica na Rua Félix da Cunha, 1215, pertinho do shopping Moinhos de Vento. Lá eles servem algumas opções de comidas mexicanas, como burritos, tacos e nachos, em um formato em que o cliente escolhe o que quer como recheio do seu pedido (parecido com o Subway, sabe?).

Opções para rechear o seu burrito no Oak's.
Opções para rechear o seu burrito no Oak’s.

Ao nos aproximarmos do balcão perguntamos ao atendente: “Vocês têm alguma opção vegana”, ao que ele prontamente respondeu “Sim! O de chili de soja”. Só de o atendente não olhar com uma cara estranha ao ouvir a palavra “vegana” o estabelecimento já ganha pontos com a gente.

Como não sabíamos o tamanho do burrito e a fome era considerável, resolvemos optar por um médio. Recheamos com arroz, feijão, chili de proteína de soja, molho levemente picante, pico de galo, alface e guacamole. Nesse momento pensamos, “será que ele vai conseguir fechar o burrito?”.

Será que fecha?
Será que fecha?

Ainda bem que o atendente sabia o que estava fazendo e conseguiu fazer com que coubessem todos os ingredientes que escolhemos dentro do nosso pedido.

O burrito ficou esturricado :D
O burrito ficou esturricado :D
Mas é claro que a gente deu um jeito de comer tudo!
Mas é claro que a gente deu um jeito de comer tudo!

Essa versão da comida mexicana trazida pelo Oak’s fica bem gostosa, especialmente para quem está procurando um lanche ou almoço rápido. Talvez as pessoas que não estejam muito acostumadas com a culinária deste país possam estranhar um pouco misturar arroz, feijão, abacate, etc. em um “sanduíche” com alguns elementos quentes e outros frios. É uma questão de gosto, a gente aprovou!

A decoração do restaurante é bem moderna, utilizando muitos elementos da cultura californiana.

Área de atendimento do Oak's.
Área de atendimento do Oak’s.
Decoração com elementos da Califórnia.
Decoração com elementos da Califórnia.

A gente sabia que as opções do Oak’s já poderiam ser utilizadas para montar uma opção vegana, mas ter a preocupação de adicionar um recheio proteico pensando nos veganos foi o que nos motivou a visitar o local. Valeu pessoal e parabéns pela iniciativa!

Nota: ***

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Sabe o que é um “Bici Café”?

Hoje nosso post é sobre a VULP, que fica a Bento Figueiredo, 78, um lugar inspirado pela cultura urbana da bicicleta, mas onde “todos(as) são bem-vindos(as), pedalando ou não”. Apesar de termos ido para o almoço, o local fica aberto de manhã e à tarde funcionando também como café e com muitas opções veganas!

Visitamos a VULP num dia frio e chegamos cedo, por volta das 11:30. Como o almoço passa a ser servido a partir das 12:00 tivemos um tempo para dar uma olhada na bela casa onde o café/restaurante se situa, apreciar a decoração sentados ao lado da lareira que aquecia o ambiente principal.

Uma curiosidade, este dia era dia de “Almoço sem preço com Alan Chaves” (pra quem não conhece, o Alan Chaves é um chef/cozinheiro bem conhecido por realizar essas iniciativas), ou seja, o almoço não tem preço fixado, cada um paga o que achar justo e o que puder pela refeição. De acordo com o material explicativo que se encontrava nas mesas: “A proposta do sem preço é estimular a reflexão e consolidar as nossas relações em processos de generosidade, co-responsabilidade, desapego e proporcionar equilíbrio possibilitando o acesso do maior número de pessoas possível”. Legal, né?

Bem, passando um pouquinho das 12:00 nosso prato foi servido, já que fomos os primeiros a entrar fomos os primeiros a receber, fato que nos gerou grande satisfação porque o cheirinho da comida sendo preparada estava nos matando! O generoso almoço contava com feijão branco com abóbora e tofu defumado, arroz com brócolis, batata ao murro e salada de couve com molho de alho. Também estavam inclusos um copo de chá mate com maracujá e paçoquinha de sobremesa.

A porção era realmente muito generosa e conseguimos terminar toda a refeição porque a fome estava do mesmo tamanho do prato e porque a comida estava muito gostosa!

PS: A VULP não aceita nenhum tipo de cartão, apenas dinheiro.

Nota: ****

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Seja bem-vindo!
Seja bem-vindo!
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Lareira deixando o clima mais aconchegante.
Relance da decoração.
Relance da decoração.
O que viemos buscar: O ALMOÇO!
O que viemos buscar: O ALMOÇO!

 

 

 

Matando a fome na Cidade Baixa

Dessa vez resolvemos visitar um lugar pouco procurado pelos veganos, o restaurante Temperandus Restaurante Natural, na Avenida Venâncio Aires, 68.

O restaurante trabalha somente no almoço, oferecendo um vasto buffet com várias opções veganas e não-veganas. Ao entrar no local a primeira pergunta feita foi: “Vocês utilizam carne, bacon, caldo de carne, algum outro produto de origem animal, no feijão?” e, para nossa felicidade, a resposta foi certeira: “Não!”. Ou seja, com um vasto buffet de saladas, arroz e feijão, seríamos capazes de ter um almoço completo em relação a nutrientes. No entanto, para nossa tristeza, realmente era só isso que o restaurante tinha a oferecer, as demais opções continham queijo, carne e outros produtos de origem animal.

Além disso, estava incluído no valor de R$20,00 do buffet quatro opções de suco: laranja, mix de frutas, limão e uva. Provamos o mix de frutas, apesar de o suco parecer natural era bem sem gosto, já os demais sucos não pareciam ser naturais ainda que a gente não tenha provado. Havia frutas como opção de sobremesa, já que na mesa de sobremesas abundavam os produtos de origem animal. Na saída o cafezinho também era cortesia, mas extremamente amargo e com gosto de queimado.

Nossa impressão geral sobre o local é de que vale a pena usar como um quebra-galho para o almoço, ali um vegano pode não morrer de fome, mas certamente não terá uma refeição memorável.

Nota: **

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